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Archive for the ‘Contos Eroticos’ Category

Minha relação com minha mãe sempre foi distante. Apesar de sermos só eu e ela desde sempre, não tínhamos muita intimidade e não conversávamos além de assuntos cotidianos. Foi assim durante todo meu crescimento. Quando fiquei adolescente, comecei a reparar nos olhares dela para o meu peitoral que começava a tomar forma e crescer pêlos, e para o volume que começava se fazer notar entre minhas pernas. Ela tinha namorados ocasionais, que não duravam mais do que um mês. Eu achava isso um pouco estranho porque apesar de castigada pela vida e de sua mania de autoridade, ela não deixava de ser uma mulher bonita e de corpo bem feito. Os olhares dela para mim estavam ficando cada vez mais freqüentes, e eu continuava a fingir que não notava, e a ficar envergonhado pela situação. Eu estava no ultimo ano do colegial quando cheguei em casa um pouco mais tarde que o normal, e ela tava assistindo TV e tomando cerveja, já com o rosto vermelho pela bebida. Dei um beijo nela como todos os dias e caminhei em direção ao meu quarto. Pude sentir que os olhos dela estavam por todo meu corpo. Antes de conseguir chegar ao quarto, ouvi uma ordem: “Espera ai”. Parei, e olhei pra ela. Ela estava me olhando, vidrada. Eu fiquei parado olhando pra ela – “Que foi?”. “FIca parado e quieto”, ela respondeu. Sem saber direito que reação ter, obedeci. Ela tomou outro gole de cerveja. “Tira a camiseta.” “Por que?” perguntei, achando aquilo muito estranho. “Mandei tirar, moleque. Tira logo e para de fazer pergunta idiota”. Tirei a camiseta e fiquei olhando pra ela. “Agora tira a bermuda, e a cueca”. Gelei dos pés da cabeça. Onde ela queria chegar com aquilo? No momento em que abaixei a bermuda e a cueca, olhei para ela que estava vidrada olhando meu corpo com meus pelos recém crescidos. Notei que ela olhava direto pro meu pau e pra minhas bolas. Queria sair dali e por minha roupa, mas não importa a idade que eu tenha, não tenho coragem de desobedecer minha mãe. FIquei parado, envergonhado. O silencio na sala aumentava mais meu medo. Ela levantou do sofá e chegou perto de mim. Sentir sua presença perto e me olhando fez involuntariamente meu pau começar a crescer. Ela percebeu, e começou a passar a mão no meu peito. “Não se mexe.”, ela disse. Depois dela alisar meu peito, sua mão foi descendo até se fechar no pau, que a essa altura já estava completamente duro. “Agora fica bem quieto”. Quando ela tocou nele, senti uma corrente elétrica passando pelo meu corpo. Ela começou uma punheta bem devagar no meu pau, enquanto me olhava na cara. Sua mão aumentou a velocidade, da cabeça até a base, apertando com a força exata. Ela podia ver que eu ja tava me contorcendo de tesão. Do nada ela se ajoelhou na minha frente. Ah, isso eu não podia acreditar! Ela ficou bem de frente pra ele, e ainda na punheta foi colocando a boca ao redor da cabeça. Gemi alto, ela tirou a boca e disse. “Cala a boca, e vê se segura pra não gozar agora”. Nossa, como tava dificil de não gozar na hora. Eu não era virgem nem nada, mas aquilo tinha me colocado entre o medo e o tesão, e a sensação era indescritivel, muito melhor que qualquer trepada com as namoradinhas que eu tinha. Ela passou a chupar só a cabecinha, como se quisesse me torturar. Sua boca foi descendo pelo pau, até a cabeça chegar na garganta. Ela chupava pra frente e pra trás, com experiencia e vontade, enquanto massageava as minhas bolas. Não tava dando, eu ia ter que gozar, e ela percebeu. Chupou com mais e mais vontade até que foi toda a porra na boca dela, junto com um grito meu. Ela engoliu sem nem titubear.

Ela se levantou, com a mesma cara de brava de sempre e disse “Agora vai se lavar, e vai dormir.” . Levantou, e voltou ao sofá e a televisão, com a maior naturalidade.

Me fechei no meu quarto sem entender direito o que tinha acabado de acontecer. No dia seguinte, ela resolveu me dar outras ordens, mas isso fica pra uma próxima.

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Nesta terceira parte gostaria de agradecer aos comentários e às sugestões (infelizmente não tenho como aproveitá-las pois o que escrevo não é uma questão de “criatividade”). Há, tem também os afoitos que dão nota baixa por ter faltado a conclusão – para esses eu peço calma. Só o futuro vai dizer se tem final…a não ser que eu resolva parar de contar. Por outro lado, sinto falta da presença das mulheres, do comentário das mulheres…

Continuando…nossa conversa tinha sido mto boa, passou a existir uma cumplicidade no ar, uns olhares mais atrevidos, uma jeito mais à vontade de se comportar, apesar de, até agora não ter acontecido nada mais assumido entre ele e eu.

Na vizinhança estava tudo bem e o Antônio fazia uma reforma em nossa casa, fazendo um terceiro andar, aberto, com uma varanda muito gostosa, o que a deixava mais alta que as demais e mais tranqüilo para eu poder tomar sol sem os outros ficarem me olhando.

Com o término da obra ficou tudo ótimo, fomos voltando para nossas rotinas. Antônio e eu íamos trabalhar no armazém, que estava vendendo bem e a contabilidade me tomava muito tempo. O Fabinho estudando cada vez mais pois não tinha passado para a segunda fase do vestibular.

Em casa eu gostava de ficar a vontade e o Antônio também gostava de me ver assim….short e camiseta sem soutiem, só vestido solto curto ou até de bikini. Fabinho sempre me olhava e agora sem medo de olhar minhas pernas, buceta e seios. Minha buceta é bem feita, mas não é lisinha, gosto dela com pelos, com aquele triângulo escuro. Então, eu compro biquínis brancos e tiro o forro de dentro pra deixar a transparência mostrando o volume dos pelos e a cor. Quando então, fica tudo muito visível. Adoro quando fico assim, sendo observada. Mas eu gostava de ficar assim em casa ou na praia, quando ficávamos em algum lugar mais reservado.

Foi uma terça feira, isso me lembro bem, daquelas meio chuvosas e estávamos no armazém, mas eu não estava me sentindo bem, então, por volta das quatro tomei um táxi e fui para casa. Cheguei na minha rua, paguei e desci correndo para a varandinha pois a chuva tinha aumentado. Peguei a tetrachave e tentei enfiar no burado mas não estava entrando. Fui quando me lembrei do conselho que eu mesma tinha dado ao Fabinho, para deixar a chave virada pois não conseguiríamos abrir e ele poderia ficar a vontade tocando punheta. Então, pela primeira vez tentei abrir a porta e a chave nao virou. Meio que de surpresa imaginei que ele estivesse masturbando. Será que enfim tomou coragem? – pensei. Meu coração estava aos pulos e meu corpo já respondia ao suspense e ao desejo da situação.

Bati campainha e esperei. Vi o olho mágico ficando escuro, sabia que ele tinha vindo conferir quem tinha chegado, se eu ou o pai. Como era eu, senti a porta ir se abrindo.

Fui entrando com o coração aos pulos pois sabia que desde nossa conversa, essa seria a primeira que dividiríamos a intimidade das masturbações.

Entrei mas no mesmo momento, ainda um pouco sem graça por ser a primeira vez, ele foi saindo e indo para o computador, o que o deixava de costas para mim. Estava sem camisa e so de cuecas, como ele tinha dito que gostava de se masturbar. Sem perceber, fiquei parada olhando para ele, na verdade, tentando ver o penis, se estava duro ou mole.

Fui despertada com o comentário dele:

_Vc disse que podia, então estou fazendo. Quer que eu pare?

Notei que ele tinha se virado um pouco e continuava com o penis um pouco duro.

_Bobo, pode continuar….

E sai para o quarto para trocar de roupa. Minha cabeça girava sem prestar atenção em nada. Coloquei minha roupa de casa, bermuda e blusa sem soutien. Mas não tinha como ignorar a situação, então, quando voltei para sala, fui até o computador conversar com ele.

Vi o braço esquerdo balançando, as pernas abertas….claro, se masturbava tranquilamente…Fiquei um tempo olhando e tinha certeza do tesão que me consumia. Minha buceta respondia se contraindo, pedindo uma siririca. Sentia meu sexo quente e sabia que meu caldo já molhava a calcinha e meu rosto queimava, vermelho, entregando minha excitação.

Cheguei de mansinho….:

_…hummm…então vamos ver o que meu filhote esta olhando.

Ele não tinha me ouvido chegar, então se assustou qdo falei, já quase ao lado dele…

_Oi mãe, não tinha q vc estava aí…

E ele ficou segurando o pênis com a mao, como que para esconder, segurando meio que para baixo. A cabeça não aparecia direito mas eu via a parte final com os pelos escuros. Era uma visão linda e ficava imaginado o resto do pau escondido na mão.

_Conversando no chat do Terra…posso ler? – Fiquei encostada na cadeira, nas costas dele, que estava sem camisa. Dali eu tinha uma ótima visão do computador e da punheta dele e ainda ficava a vontade se quisesse fazer tb…

_Pode sim. E que encontrei uma mulher que usa Nick de incestuosa. Aí resolvi conversar com ela.

_Ela disse algo interessante…

_Ah, me deu curiosidade para saber se isso o que a gente, não sei, esse nosso jeito e isso tb…

_Não fico pensando nesses conceitos. Mas se vc for seguir o que dizem por aí…Vc ficou me olhando aquele dia não foi?

_foi

_E se masturbou…que partes do meu corpo vc olhava?

_Olhava vc toda, pés, pernas, bunda…

_Entao, sentiu tesão pela sua mãe, não sentiu?

_Ai mãe…

_Pode falar, que vergonha boba…

_Senti.

_Então é incesto…mas eu nunca liguei pra isso. Acho que a gente tem de ter carinho e respeito, só isso.

Ele estava sentado de costas e eu ficava atrás dele enquanto conversávamos, então, podia olhar o penis a vontade e, enquanto conversávamos, vi que ele foi endurecendo de novo, estimulado pela liberdade e intimidade da nossa conversa e eu fazia carinhos com a mão no peito dele. Quando eu pegava no bico ele ria e meio que se esquivava…e no meio da conversa, ele fazia devagarinho um pouco de carinho na cabeça do penis, para manter o prazer da marturbacao.

Em pe ali eu podia passar a mao na minha buceta que estava louca para ser tocada…mas resisti e continuei nossa conversa.

_Sua amiga aqui do chat ta dizendo que chupa o penis do filho…se diz isso, já fazem sexo.

Nisso ele voltou a fazer vai e vem, sem timidez. Via a cabeça bem molhada, roxa…e de pensar ficava quase maluca…

Continuei ali e fui lendo, descendo a barra de rolagem do chat e meio que me surpreendi com as revelações dele.

_Verdade o q vc diz aqui?

_Sim…

_Ah então safadinho, vc sempre tesão na sua mãe? Desde quando?

_Ah, desde quanto comecei a me masturbar eu comecei a te olhar….

_Olha só, quer dizer que gosta de me olhar?? Então vc tinha sempre algum motivo né?! Eu sempre andei a vontade em casa. O que vc gosta de olhar?

_Gosto de ver suas coxas, mas eu gosto mesmo quando vc está de bikini deitada tomando sol, com a bunda pra cima.

_O que vc gosta de ver?

_Sua bunda inteira com o bikini enfiado…eu sempre ficava com pau duro.

_Mais o que?

_Ai mãe, to me sentindo meio assim de falar tudo isso…

_Nós não combinamos que esse segredo tinha acabado, então?! Conta, ta gostoso ouvir…to vendo até se vc ta o penis duro aí na mão….

Nesse comentário ele se acariciou um pouco, mais na cabeça do penis, fazendo um vai e vem curtinho, para manter o tesão…

_Sim, ta mto gostoso.

_Então fala mais o que.

_ Sua buceta. Deitada de costas dava para ver certinho o formato dela emendando com sua bunda e sempre tinha uns pelos escapando e adoro buceta cabeluda….todo dia que eu via eu tocava punheta.

_ Ah, então quer dizer que vc gosta de buceta cabeluda, da minha buceta cabeluda…bem que eu desconfiava que vc ficava olhando, tentando ver ne?

_Tentava

_E conseguia com facilidade ne?! Eu não escondia muito, bem deixava vc me ver….queria que vc tivesse interesse por mulheres, mas não imaginava que fosse tão forte.

_Quase morria de tanto tocar punheta pra vc…ficava lembrando e imaginado…

_Ainda bem que vc tem namorada e come ela…isso é bom porque vai aliviando e vc não fica tão concentrado…

Ele riu…

_É, mas não acho que podemos ir longe. Acho que estamos felizes e sentindo muito prazer para arriscar isso. Incesto é delicado, temos de ter muito cuidado….vc se masturbar e eu tb e uma coisa, mas sexo é complicado.

_to muito feliz assim, nem imaginava que isso pudesse acontecer…

_Mae, já se masturbou pra mim?

_Nao – menti

_Puxa…mas assim acho que não fica bom ne…pensei que vc…que vc também sentisse

Na hora ficou mole, perdeu todo tesão e pensei bem e não achei que deveria mentir…

_Eu estou mentindo…sim, eu já fiz pensando em vc…

_Vc tá mentindo…

_Não estou….naquela noite mesmo que vc chegou e se masturbou, eu fiquei daquele jeito de propósito e fiquei fingindo que dormia, mas eu vi tudo, desde o começo, vc me olhando, colocando o pau pra fora e gozando na mão, só me olhando…

Ele voltou a se excitar

_Conta….eu quero ouvir.

_Foi logo depois que vc saiu. Se vc tivesse voltado, teria visto sua mãe com as pernas abertas, buceta molhada e olhos fechados e enfiando os dedos pra gozar rápido.

_Pronto, satisfeito?…ja falei

_Volta a bater sua punheta vai, ta gostoso te ver…

_Gosta de ver meu pau?

_Gosto

Nessa hora ele se virou pra mim….deixou o penis bem a mostra, bem duro. Puxava a pele e deixava ele bem pra cima e fazia um pouco de vai e vem. Dava pra ver que estava cheio de tesao fazendo aquilo ali sentado, de frente pra mim, me deixando vê-lo num ato tão íntimo….

_Escreve pra sua amiga ai do chat q vc ta batendo punheta pra sua mãe ver…

Na hora ele se virou para digitar e eu aproveitar para tocar um pouco na minha buceta. Estava muito sensível e meu caldo já umedecia a bermuda, deixando uma marca mais escura

_Ela tá perguntando porque vc nao bate a punheta pra mim.

_Diz que hoje vc esta fazendo uma homenagem pra mim…

Depois que ele escreveu, se sentou novamente e ficou de frente pra mim, de penis duro, fazendo vai e vem bem rápido, olhando…era uma punheta mesmo, sem medo e sem pudor, pau duro a mostra e mão subindo e descendo rápido e molhando cada vez mais.

_Fica em pe – mandei

Cheguei perto e comecei a descer a cueca…queria vê-lo nu…

_Pronto, melhor assim, agora pode fazer…

_Eu não vou agüentar muito, ta muito gostoso assim…Mae, vc não tem vontade de fazer?

_Claro que sim…

_Então….

_Não, hoje e seu dia, vamos aos poucos. Claro que quando eu sair daqui, vou tocar uma siririca pensando em vc. Eu estou muito excitada, acredite…

_tua buceta ta molhada?

_Ta

_Diz a frase toda…

_Ta…minha buceta ta encharcada de tanto de tesao, ta doida querendo uma siririca…a buceta da sua mãe ta molhada de ver vc batendo punheta

_Mae, acho que não vou segurar mais, vou deixar gozar, mas acho que vai cair no chão…

_quer que eu saia pra vc gozar a vontade? Pode deixar cair no chão, depois eu limpo….

_Nao….fica….quero que vc fique aqui comigo, quero ficar te olhando

_Pode gozar a vontade….escorrega na cadeira, fica meio deitado e vê se consegue deixar o pau apontado para seu peito…

_Assim?

_isso

_Mas ai vou me gozar todo

_Faz isso, eu quero ver….

_Diz mais uma vez que ta molhada…?

_Acho que prefiro gozar sentado na ponta da cadeira…

_Senta, pode gozar no chão…quero ver sua porra saindo…

_vou te mostar uma coisa para vc gozar…

Peguei uma outra cadeira e coloquei de frente pra ele, me sentei e abri as pernas para ele ver a mancha na minha bermuda…

_Ve essa mancha? E meu caldinho de tesao de ver, de ver seu pau…

_Nossa, que linda

_Olha minha blusa, como os bicos dos meus peitos estão duros

_To vendo

_É tesao….

Comecei a puxar a bermuda, forçando contra a buceta para deixar a bermuda mais molhada, para forçar a mostrar o formato e os lábios apareciam bem inchados…isso me excitava tanto que fiquei com medo de gozar mas consegui segurar. Fiquei tentando pegar um pouco meu caldinho passando o dedo na minha buceta e consegui mas senti tanto tesao. Quando mostrei pra ele, ele já estava sentado na ponta da cadeira com as pernas abertas, fazendo vai e vem acelerado e num instante começou a gozar…não gemia, so respirava forte e foram vários jatos saindo, muita porra caindo pelo chão. Acho que mesmo na minha época em que morei no morro nunca tinha visto algo tão depravado, tão explícito. Vi o pau no auge da excitação mto duro e soltando jatos, num gozo muito intenso. Enquanto via aquela cena, continuava forçando a bermuda contra a buceta e quando ele estava terminando de gozar, já relaxando e o penis começando a amolecer , eu comecei…era algo incontrolável….

Para ele não ver, me levantei e sai correndo para o banheiro. Empurrei a porta com violência q bateu e abaixei a bermuda e a calcinha num puxão so e o gozo começou a vir.

Em pe mesmo, abri a pernas e enfiei dois dedos na buceta, que estava escorrendo e veio um orgasmo tão forte, que a cada 3 enfiadas de dedo eu tirava e dava um esguicho como se fosse uma pequena mijada e tive de ir me abaixando até ficar ajoelhada e isso se repetiu por umas 4 vezes, foi gostoso também quando me ajoelhei pois me sentei no calcanhar e sentir ele tocando no meu cu foi gostoso e fez meu orgasmo muito intenso, me deixando ofegante.

Quando fui me acalmando, reparei que minha bermuda estava toda molhada daquele misto de gozo com xixi….meus dedos molhados da siririca e minhas coxas meladas. Fui subindo devagar, encostada na parede e me olhei no espelho me achando a mais vagabunda, mas sentia um certo orgulho disso.

Vesti a bermuda e a calcinha depois de mais alguns instantes e saí, toda molhada mesmo. Entrei meu menino esperando ao lado de fora, já de roupa. Me viu molhada e antes que dissesse algo ele logo falou…

_Ouvi vc….vc gozou?

_O q vc ouviu?

_Vc gemeu……

_Gozei sim, não deu para resistir…muito, muito forte…minhas pernas estão moles ainda

Sai, peguei balde e pano e fui limpar….primeiro meu gozo e depois o dele e fiquei pensando naquilo…

Logo que terminei, olhei pra ele e nos abraçamos e antes que ele dissesse algo ou começasse outra punheta, mandei ele ir dar uma volta e so voltar depois de se acalmar…

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….continuando, eu queria saber se meu filho realmente tinha sentido tesão por mim. Então, de propósito, fiquei na sala com uma camisola bem a vontade para ver a reação dele e acontece como abaixo:

Quando ouvi a porta batendo, nem tive tempo de ter qualquer reação, fiquei quieta ate saber que era meu menino que tinha voltado da festa…ele entrou e qdo me viu fez o máximo de silencio, me chamou baixinho, mas fingi dormir….aí, como eu estava deitada no sofá, ele ficou encostado na direção dos meus pés, me olhando ali.

Pareceu uma eternidade, mas sentia um prazer imenso ali e ele não me via com os olhos entreabertos. Ele so podia sentir desejo, ou senão, porque ficaria me olhando? Como eu estava deitada de lado, ele não via nada demais, meu bumbum estava encostado nas costas do sofá e as pernas dobradas escondiam minha buceta. Então, ele mesmo era uma visão das minhas pernas e um pouco da minha bunda…mas eu não resisti e arrisquei uma mexida para que ele me visse, eu desejava isso, e coloquei uma perna em frente a outra e isso fez meu bumbum ficar mais a mostra. Minha cabeça dava voltas imaginando o que é ele estava sentindo, se ele iria tentar alguma coisa, se ele estava mesmo desejando, mas ele ficou olhando, muito quieto para não fazer barulho e de repente começou o que eu estava doida para ver. Começou primeiro segurando o penis por cima da roupa mas aí ele foi se sentindo a vontade e abaixou a bermuda, deixando o penis duro a mostra e começou a se masturbar, bem devagar, me olhando e depois acelerando, olhando para minhas pernas e minha bunda.

Na mnha seguinte, acordei por volta das cinco e meia e fui para o quarto. Não consegui pregar o olho, me sentia excitada mas tb não conseguia me masturbar, algo tipo um medo ficava me incomodando…e era o medo de saber como seria depois.

Realmente, depois daquele dia q meu menino se masturbou me olhando, notei que ele havia ficado diferente. Poucas palavras, muito sem graca na minha frente e até evitava minha presenca. Parecia mto perturbado com alguma coisa. Atée que um dia desses, logo que cheguei do trabalho, ele ja me esperava, mto ansioso, semblante sério e disse que queria conversar comigo. Fiquei preocupada, coloquei a bolsa sobre a mesa e me sentei na sala com ele. _Diz, vc ta me deixando preocupada – disse pra ele.

Ele so olhava pra baixo, esfregava as maos, mas nao dizia. Quando as lágrimas comecaram a rolar, meu coracao estava disparado, mas ai ele comecou a falar…

_Fiz uma coisa mto ruim – e chorava…

_Pode falar, sou sua mae.

_Nem sei se tenho coragem de falar isso…e que no dia que cheguei a noite, eu te vi na sala e eu fiquei olhando…

Chorava inconsolavel pela masturbacao que eu ja sabia. Como ele nao conseguia falar, resolvi criar uma proximidade e tirar esse peso dele.

_Vc me olhou e fez o que? Na minha opinião não tem nada de mau que vc possa ter feito.

_É, mas eu fiz!

Um homem de 18 anos na minha frente, sem saber o que fazer…e ele mau sabia que eu tinha gostado, então era minha hora de resolver isso.

_ Vc se masturbou, foi isso??

Ele so fez que sim com a cabeca. Fui em frente.

_Ah meu filho, que bobeira, não precisava ter ficado chateado com isso. Se teve alguém culpada disso, fui eu!

Ele fez q nao com a cabeca e disse que mesmo assim não deveria ter feito aquilo.

_Vc é um rapaz, cheio de hormônios. Ora, sou sua mãe, mas também sou mulher. Qual o problema se vc me achou bonita e resolveu se aliviar? Não vejo o menor problema.

Aí ele levantou a cabeca.

_E. Eu nao tinha que estar ali daquele jeito, de camisola e seu lá mais o que aprecendo. E sabe o q mais, vou te contar algo q nunca pensei em falar…nos somos mto iguais, é sim. Sua mãe sempre gostou de se masturbar, desde novinha.

A essa altura ele ja me olhava mais aliviado.

_Pronto, ta vendo, ja falei. Sim, sempre gostei e faco ainda hoje…isso seu pai sabe. É super normal entre a gente.

Fazia carinhos no rosto dele

_Vc puxou isso de mim. Eu sabia, ja tinha visto vc fazendo….não precisa ficar envergonhado, isso é normal, todos os meninos fazem na sua idade, mais velhos, a vida toda, é tão bom.

_Pronto, ta mais tranquilo?

_Sim, mas não sei,não é só isso, sinto mta vergonha – ele disse.

_humm…só porque me olhava? Falei.

_Deixa de bobeira, não tem nada demais. Não ligo, até fico envaidecida….é, fico sim. Vamos combinar uma coisa. Daqui pra frente, isso deixa de ser segredo entre nos, ok?! Vc sabe que eu gosto e eu sei que vc gosta. Então, quando eu estiver em casa e vc tiver vontade, pode ir para o computador e se der vontade, pode se masturbar. Para sua mãe é normal.

_Ta?! perguntei.

_Ai mãe, não sei se tenho coragem, se consigo, tenho vergonha.

_Outro dia vc não fez me olhando?! Então, se der vontade, pode fazer…põe seu penis pra fora e pode fazer seu vai-e-vem tranquilamente. Se me ver pelada e tiver vontade, nao precisa ficar com peso na consciencia, pode fazer sem medo. Eu só tenho 43 anos querido, ainda sou uma mulher bonita e se os outros podem me olhar e me achar bonita, pq vc não pode?!

_ Eu também gosto de olhar e sem prazer sem trair seu pai, então o melhor jeito é a masturbação. Deixa de bobeira, sua mae nao nasceu ontem. Masturbacao e coisa natural ou vc acha que sou uma santinha?rss

Aí ele arregalou os olhos.

_ As vezes eu entro na internet para ver isso tambem…e gosto de me masturbar olhando, toda mulher gosta. Ok?! Ta com vontade, pode fazer…ou vc acha que nunca vi um penis?!

Nessa hora rimos juntos.

_Entao…se vc nao fizer vou achar que vc nao esta confiando em mim…sua punhetinhas nao sao mais segredo pra mim e esse penis ai era eu quem lavava e cuidava, entao, conheco ele bem…rs….

Ai me levantei e sai e deixei ele na sala.

Fui para meu quarto com minha cabeca dando voltas, mas feliz pela conversa. Tenho certeza que nos dois nos masturbamos na mesma hora.

Mas passaram-se os dias e ele nao fez nada, mas um tempo depois veio conversar comigo. Disse que nossa conversa tinha sido muito boa.

_Foi e?! Nem pareceu, vc nao ficou a vontade, nao vi vc fazendo nada.

_Eu sei, nao sabia se vc tinha falado serio ou se foi so pra me deixar a vontade.

_Claro que falei serio…pode fazer sim.

_ Vou fazer quando me der vontade entao….

_Sim, esse segredo nao existe mais, pode fazer….

_Gosto de ficar de cuecas com o penis saindo pela lateral quando me masturbo….posso ficar assim?

_Claro, mas a cueca nao te machuca? Nao e melhor ficar pelado?….bom, fique de cuecas ou fique sem roupa se quiser….

_Sabe mãe, outro dia quase fiz, mas estava na hora do papai chegar e ai resolvi conversar antes com vc….As vezes me demoro, nao gosto de fazer rapido…

_Quando for fazer, deixe a chave da porta virada que ai nao da para abrir. Se seu pai chegar, vc pode sair, fechar o computador e ir para o quarto.

_Ta bom…vou deixar a chave virada.

_ Faz sim, quando quiser….vou achar lindo.

Ele me deu um beijo e saiu….

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Oi! Então…isso é estranho e então, hoje em dia, todo mundo faz tudo errado. Mas não que seja tudo errado com a gente não, apesar de saber que isso é meio, humm, diferente.

O que acontece comigo é com meu filho, mas primeiro tenho de falar de como eu cresci.

Moro no Rio, zona oeste, em Guadalupe…sim, sim, sou suburbana, sempre fui. No morro, onde o sexo acontece sempre mais cedo, as meninas são mais safadas e adolescente a gente perde a virgindade…

_Aí Wendel tua filha ta ficando gatinha hem?! Vem cá neném, dá uma voltinha pro tio ver.

E eu ia, dava uma voltinha e aquele amigo do papai já me olhava com interesse.

_De shortinho em Wendel, daqui a pouco tão pegando. Se deixar ir pro baile, já foi.

_Deixa a menina, a gente cria filho pros outros mermo…aí nem vou falar o que que a tua faz a noite aí no portão com o neguinho porteiro da escola.

_A minha já rodou…

Foi com esse tipo de conversa que eu cresci e no final de semana eu gostava de ficar na laje sol de bikini, bem pequenininho. Minha mãe era meio gordinha e tb ficava lá com o bikini todo enfiado. As vezes meu pai ficava lá bebendo e fazia xixi lá de cima e eu via o penis dele. Ninguém ligava. As vezes ele começava a passar bronzeador nela, mas isso era disfarce, ela ficava era passando a mão nela aí eles iam para o banheirinho do lado e faziam sexo. Depois saiam e se lavavam na mangueira, na minha frente mesmo, deixando aparecer o penis e buceta depois de terem transado.

Desse jeito eu fui crescendo…com 18, numa noite que teve ensaio de escola de samba, meu pai voltando bêbado pra casa foi chegando e eu estava dando pro Neguinho, que trabalhava na mercearia. Eu quis parar mas o neguinho tava acelerado e disse que bêbado meu pai nem notaria então a gente ficou metendo sem fazer barulho enquanto ele entrava (O Neguinho tava só com o pau de fora e eu só tinha subido um pouco a saia e puxado a calcinha). Mas o Neguinho era safado e qdo meu pai entrou, ele deu boa noite. Meu pai tomou um susto e tentou ver melhor.

_EERRrr, quem é?

_Eu tio o Neguinho, tamo aqui na boa.

Meu pai tentou ver. Eu fiquei quieta de costas pro Neguinho, com o pau dele na minha buceta, pra fingir que ele tava só me abraçando.

_Vai, vai, pricisa fica dando no portão, Vanda, vai pra laje q essa hora ninguém vê.

Fiquei surpresa com aquilo e depois do comentário o Neguinho começou a meter de novo, segurando no quadril e fazendo vai e vém, com meu pai ali mesmo. Meu pai virou as costas e saiu cambaleando e sem perceber o Neguinho já tava gozando.

Fiquei puta da vida. Não era para gozar dentro…saí andando e xingando com o leite escorrendo pelas minhas pernas e fui pra casa.

Até que pra quem começou a dar desde cedo eu escapei bem da gravidez, mas quando eu tinha 24, não escapei e 9 meses depois nascia meu filho, eu com 24 anos. No começo meu namorado até ajudou. A gente alugou uma casinha, mas aí passaram 2 anos e nosso filho não ficou nem moreno e meu nego começou a desconfiar, mas o que que eu podia fazer se o menino não escurecia? Meu nego então disse que ia começar a trabalhar numa empreiteira, foi e nunca mais voltou.

Meu pai não me deixou voltar pra casa e tudo ficou difícil. Para dar comida para o meu filho e trabalhava na faxina, deixava ele na creche e a noite deixava ele com a vizinha e fazia programa.

A vida era difícil, mas foi num desses programas que eu conheci o Antônio. Um português dono de uma venda no Meyer e que dizia que ia me dar vida boa.

Numa noite eu tinha apanhado do pai e o Antônio queria programa. Eu disse que não podia porque eu estava machucada. Então ele disse que queria minha ajuda na venda e eu fui. Ele me deu emprego, me deixou junto com o Fabinho morar nos fundos. Parei de fazer programa e só ficava ali com o Antônio.

Depois, como ele viu que ficava quieta, só dava pra ele e nem dava mole pra malandro, ele me levou pra dentro de casa. Depois disse que a venda precisava de alguém bom nas contas e eu voltei a estudar e aprendi contabilidade e depois cuidava de tudo na venda e ele me levou pra casa e eu virei esposa, com tudo certinho e depois ele deu novo pro meu filho e o Fabinho virou filho dele.

O Antônio é mais velho que eu 25 anos mais e era bom pra mim. Mas, uma vez suburbana, sempre suburbana. Eu gostava de tomar sol, mas agora não tomava mais na laje, mas no terraço. O Antônio não ligava, como ninguém via mesmo, tava tudo certo e eu aproveitava e usava meus bikinis bem enfiados. O Antônio gostava de olhar e de vez em qdo, ia lá pra cima e ficava me olhando com a bunda pra cima e tocava punheta, gozava e ia embora. As vezes até eu me masturbava lá em cima…

O tempo foi passando e tudo corria bem. O Fabinho estudava e era um menino ótimo e estava sempre colado na gente. Eu ia pra laje e ele ficava lá também tomando sol.

Nem tinha reparado. Acho que essas coisas a gente nem repara direito. O tempo foi passando, Fabinho fazendo aniversários, crescendo e eu ia curtindo a vida com meu português, que sempre me levava para os ensaios de escola de samba. Sempre me deixava colocar meus shortinhos, me deixava sambar sem ciúmes e eu também não aprontava.

Mas o Antônio me ensinou a uma coisa que nem ligava muito no começo. Aquele hábito dele, de ir para o terraço e tocar punheta pra mim me deixou viciada nisso e eu me masturbava muito lá em cima. Tinha dia que era umas 3 siriricas.

Quando o Fabinho fez aniversário, nós demos pra ele uma máquina digital e era uma febre, tirando foto o tempo todo e teve um dia em que eu tomava sol e ele veio, tirou foto como sempre fazia, conversou comigo e depois saiu para a escola. Como estava ali só tomando sol, resolvi dar uma olhada na máquina. Tinha um monte de foto, foto minha tomando sol e até umas fotos dele de cuecas. E minha curiosidade aumentou….vi minhas fotos e achei show aquilo de ver como a gente fica. Então comecei a tirar umas fotos minhas. Foto em pé, de costas pra ver as celulites, foto de 4 pra ver, várias…

Nem pensei que tinha de apagar as fotos, esqueci completamente. No outro dia o Fabinho ficou mais tempo no quarto. Saiu depois e disse que tinha esquecido as fotos na máquina e disse que tinha ficado muito bonita. Nem liguei.

No sábado, tomando sol, ele foi pra lá e ficou tirando foto minha. Eu gostei da brincadeira e fiquei fazendo poses. E foi quando eu comecei a notar que ele tb gostava de me olhar. Ele me disse pra ficar de 4 e eu fiquei, pra tirar foto da minha bunda. Perguntei como estava e ele disse minha bunda era linda, que morreria fácil se eu não fosse a mãe dele.

O tempo passou mais um pouco e o Fabinho já tinhas umas namoradas, tudo normal e eu levando minha vida normal.

Fabinho com 18, eu com 43 e o Antônio com 68. Final de semana no maior calor, fomos a praia, depois fizemos um churrasco em casa. Fabinho com uns amigos e namoras e uns amigos da rua, meus e do Antönio.

Tudo ótimo. O pessoal saiu e ficamos só o Antônio e eu. Ficamos de safadeza no terraço, nos masturbamos e depois eu fiquei de bikini pois estava muito calor, mesmo por volta das 10 da noite. Tínhamos bebido muito e eu estava meio bêbada, então, desmaiei no sofá.

Lá pelas tantas meio que acordei no sofá da sala ouvindo um barulho meio diferente. Aos poucos fui dando conta do que estava acontecendo. Eu tinha dormido de bikini e estava ali na sala com a bunda pra cima e o bikini enfiado e o barulho era do Fabinho que esbarrou em alguma coisa e estava me olhando.

Fiquei sem saber o que fazer e então chamei pelo Antônio e foi o suficiente para o Fabinho ir para o quarto. No dia seguinte fiquei pensando naquilo. Gente, meu me olhando. Fiquei sem saber se era certo ou não.

Nesse período o Antônio pediu uma casa numa vila ali na Tijuca, que foi da família dele e depois ele herdou. Nos fomos morar lá, pois ele estava mais velho e tinha medo da venda ser roubada

Mas aquela situação ficou na minha cabeça e numa noite que o Antônio foi dormir cedo, não agüentei, tinha que tirar a prova daquela situação. Coloquei uma camisola curta e uma calcinha em enfiada e dormi na sala, pois o Fabinho foi pra festa e quando voltasse ia me encontrar daquele jeito e aí queria ver a reação dele.

Escreva e deixe seu e-mail que eu te retorno…beijos Vanda

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Mãe / Amante

Advertência ao leitor: nos quase 20 anos em que pesquiso incesto entre mãe e filho só encontrei outro caso comprovado. Através dos anos tenho mantido estas memórias em vários cadernos que agora estou passando para o computador. Talvez para os leitores deste tipo de contos minha narrativa seja até cansativa e sem graça. Infelizmente a verdade muitas vezes é superada pela fantasia.

Nós éramos o que se pode chamar de uma família feliz: meu pai, na época com 52 anos era dono de uma agencia de documentação de importação e exportação , minha mãe tinha 43 anos, largara a faculdade de arquitetura para casar e cuidar dos filhos. Minha irmã, dois anos mais velha do que eu era casada com dois filhos pequenos. Eu tinha na época 21 anos, estudava e trabalhava com meu pai. Como disse éramos uma família muito unida e sem problemas. Eu nunca vira meus pais discutindo ou brigando em toda minha vida, ela casara virgem e era-lhe inteiramente fiel. De meu pai jamais ouvira qualquer história envolvendo aventuras extraconjugais. O problema com meu pai era não se cuidar fisicamente e fumar três maços de Minister por dia. Isto aliado ao excesso de trabalho cobrou seu preço: um enfarto fulminante que o matou em segundos. Minha mãe entrou em parafuso, chorava o tempo todo e só saia de casa para ver os netos. Eu pensei que o tempo haveria de curar a ferida causa pela morte de meu pai mas entrava mês, saia mês e minha mãe seguia naquele profundo estado de melancolia. Ela era uma mulher muito cuidadosa de si, sempre bem vestida, freqüentadora de salões de beleza; assim dava pena vê-la naquele estado de profunda depressão. Por falar nisto gostaria de descrever minha mãe: ao contrario das narrativas de incesto onde as mães são sempre glamurosas, freqüentam academias e parecem dez anos mais moças minha mãe não era nada disso, alta, mais de um metro e setenta cabelos castanhos escuros tinha o corpo de uma mulher de 43 anos: alguns (poucos) quilos acima do peso normal, uma leve barriguinha, leves estrias e um pouco de celulite. Não era, por nada, uma mulher espetacular, que todo mundo se vira para olhar quando entra numa sala ou coisas do gênero. O que ela tinha de forte era a simpatia e o sorriso. Na época ela pretendia fazer uma plástica para levantar os seios e retirar umas rugas mas os acontecimentos impediram seus planos. Um dia, acho que haviam decorridos uns seis meses da morte dele eu cheguei em casa e não vi minha mãe, abri a porta de seu quarto e ela estava, completamente vestida sentada na beira da cama chorando convulsivamente. Aquilo me preocupou e cheguei a conversar com minha irmã sobre levar minha mãe para ter uma consulta com um psicólogo. Aquilo também vinha sacrificando minha vida pessoal. Eu terminara com minha namorada pouco antes da morte de meu pai e evitava sair, em especial à noite, pois receava deixá-la sozinha. Creio que a partir do sexto mês começamos a notar uma pequena melhora no comportamento dela: pela primeira vez em muito tempo pude contemplar seu belo sorriso e vê-la menos tensa sem a permanente sombra de tristeza no semblante. Ela raramente assistia televisão e assim fui surpreendido uma noite em que estava no sofá assistindo a um filme quando ela um chegou, perguntou que filme, e sentou-se a meu lado. Depois de alguns minutos coloquei um braço sobre os ombros dela, que se aninhou em meu peito. Confesso que o calor de seu corpo e o cheiro de cabelo recém lavado recendendo a perfume começou a me excitar. Tratei de me concentrar no filme dizendo a mim mesmo que não poderia dar-lhe mais aquele desgosto.

Pouco tempo depois daquele episódio era seu aniversário e resolvi comemorar convidando-a para jantar, para minha surpresa ela aceitou com um sorriso. Impus como condição que ela passasse à tarde num salão de beleza e que me permitisse escolher a roupa que iria usar. Quando ela viu minha escolha protestou um pouco, não que fosse muito ousado já que o usava com meu pai mas achava muito cedo para usar tal decote. Insisti e quando ela saiu do seu quarto parecia outra pessoa, sem aquele ar abatido que lhe aumentava em muito a idade real. Foi um jantar bem alegre, conversamos sobre muita coisa, ela quis saber meus planos, falei e perguntei dos dela, se agora, passado algum tempo ela planejava reconstruir sua vida. Ela afirmou que não tinha ainda pensado no rumo a tomar.

Na semana seguinte tornamos a sair, um amigo de meu pai lançara um livro de poesia e nos convidou para a noite de autógrafos. Ela parecia a minha mãe de um ano atrás, alegre, conversando com as pessoas, tudo indicava que ela estava quase que recuperada. Ai aconteceu algo engraçado: eu costumava sair do trabalho, passar na academia e depois jantar fora. Com a morte de meu pai, para não deixar minha mãe sozinha, eu saía da ginástica direto para casa. Neste dia eu cheguei em casa e mamãe não estava, devia estar com minha irmã visitando os netos. Tomei banho e sai nu para botar a roupa suja na maquina de lavar. Quando abri a porta do banheiro dei de cara com minha mãe que acabara de chegar! Ela me olhou com ares de surpresa, eu voltei rápido ao banheiro e me enrolei numa toalha. Uma coisa boba mas por incrível que pareça me excitou a ponto de eu ter de masturbar-me para me acalmar. Uma noite, após o jantar, eu ia saindo para visitar um amigo que estava doente e como sempre fazia, veio até a porta despedir-se. Ela estava vestida normalmente, me abraçou, disse o tradicional “se cuide” e quando foi me beijar virei o rosto e nossos lábios se tocaram de leve. Sai dali com a mente a mil, comecei a me sentir um tarado, sendo atraído pela própria mãe que lutava para sair de um período muito difícil de sua vida. A coisa evoluiu um pouco mais uma tarde em que cheguei em casa e vi mamãe sentada no sofá da sala com uma expressão abatida. Aquilo me assustou, imaginei logo uma recaída. Para meu alivio ela disse que estava empurrando a mesa de jantar, grande e com um pesado tampo de vidro quando sua mão escorregou e ela bateu com a coxa contra a quina da mesa. Pedi para ver, ela levantou a saia e mostrou a coxa com uma mancha escura. Não fora nada demais, apenas ia doer um pouco por causa da pancada. Decidi ir a farmácia e comprar um creme a base de cânfora para aliviar a dor. Na volta ela sentou de lado no sofá, levantou a saia e expôs novamente a coxa. Naquela posição eu enxergava perfeitamente a calcinha. Enquanto eu massageava o local tentava lembrar que era minha mãe que estava ali e desviar o olhar mas não tinha jeito, toda olha meu olhar se dirigia para aquele pequeno triangulo que encobria sua intimidade.

Pouco depois, um sábado de manhã acordei e minha mãe estava tomando café e se preparava para sair, estava indo a feira. Como não tinha nada para fazer me ofereci para ajudá-la. Não vou esquecer nunca, ela vestia uma saia beije justa, pouco acima do joelho e uma camisa masculina, abotoada na frente. Na volta depois de guardar as compras convidei-a para almoçar fora mas como era ainda cedo resolvi tomar um uísque, para minha surpresa , eu poucas vezes havia a visto beber a não ser vinho, ela aceitou. Sentamos na sala e começamos a conversar, voltei a perguntar os planos dela e ela disse que estava numa posição muito difícil: com 44 anos era difícil encontrar alguém, os homens da idade dela ou estavam casados ou queriam garotas bem jovens, e que ela não estava à procura de aventuras nem de relações sexuais apressadas em motéis. Se fosse assim preferia ficar sozinha. Ela estava sentada numa poltrona de um lugar em frente ao sofá onde eu estava. Como a maioria das mulheres fazem, ela sentou-se sobre a perna cruzada na cadeira. Naquela posição a saia subiu expondo a parte interna de sua coxa. Numa situação normal aquilo não teria me chamado a atenção mas face as circunstancias e o longo jejum de sexo a que eu estava submetido aquilo me excitou terrivelmente. Mamãe já havia bebido quase que seu copo inteiro, e os freios que a sociedade nos impõe começaram a se soltar. Ela estava naquela fase que os psicólogos classificam como intermediaria ou seja, suas barreiras psicológicas diminuem embora você esteja perfeitamente consciente.

-“Mamãe, já levou alguma cantada?”- ela refreou um sorriso e contou que logo após a missa de mês de meu pai um grande amigo dele telefonou e de forma pouco sutil passou-lhe uma cantada. Ela sempre foi uma pessoa muito educada mas disse que neste dia soltou todo o seu repertório de palavrões para o cara.

-“E neste tempo todo você não transou nenhuma vez?”-

-“Ah, para que você quer saber isso?”- O tom de voz, e a vermelhidão do rosto eram uma resposta mais do que suficiente, mas mesmo assim insisti na pergunta .

-“Já, uma vez…”- ela por fim respondeu baixinho.

-“Alguém conhecido?”- Ela sacudiu negativamente a cabeça. –“Quem foi?”- A resposta dela me atingiu como um soco no estomago.

-“Um desses massagistas que anunciam nos jornais…”- E ela me contou falando baixinho como se houvesse alguém por perto. Apesar de casados há mais de vinte anos ela e papai costumavam transar até três vezes por semana, lá pelo terceiro mês depois da morte dele o jejum sexual a estava consumindo. Ela então lembrou que uma amiga dela contou que costumava usar os serviços desses profissionais para saciar seus desejos. Mamãe então deu uma pesquisada nos anúncios de jornal e escolheu um que tinha consultório no centro da cidade. O camarada era um moreno escuro, simpático, vestindo um jaleco branco e na sala de massagens havia uma mesa de massagens, um gancho de pendurar roupa e um sofá de três lugares. Ele mandou ela se despir, e deitar-se de costas na cama. Ela disse que estava tremendo tanto que ele notou e perguntou se era a primeira vez, ela confirmou e ele foi simpático, saiu da sala e mandou que ela avisasse quando estava pronta. Ela disse que chegou a pensar em pagar e ir embora mas por fim decidiu ficar e ver como seria. O cara voltou, derramou um óleo sobre o corpo dela. Massageou os seios, a barriga e para surpresa dela quando chegou na altura da xoxota ele foi direto para as coxas e desceu até os pés, mandou que ela deitasse de bruços e subiu pelas coxas, quando chegou na bunda ele deu especial atenção ao seu traseiro. Ela já estava quase louca quando ela a convidou para irem para o sofá. Ela deitou-se de costas e ele a penetrou. Mamãe disse que estava tão excitada que mal entrou e ela teve um violento orgasmo, ele continuou bombeando na vagina dela. Ela ficou impressionada com ma capacidade dele de conter a ejaculação, pois ele ainda a fez gozar mais uma vez antes de gozar também. Mamãe disse que então começou a sentir-se, que ele disse que ela ainda tinha algum tempo mas ela não quis, arrumou-se depressa e foi embora. No táxi teve de conter-se para não chorar. Mas que quando chegou em casa desabou num choro incontrolável. Deve ter sido esta a vez que eu vi sentada na cama chorando.

A conversa estava começando a ficar boa quando o telefone tocou. Era uma amiga de mamãe, uma chata que quando pegava o telefone não largava mais. Maldisse a intervenção inoportuna daquela idiota mas levantei (o telefone ficava numa mesa de canto ao lado do sofá) passei-o para mamãe e fui à cozinha preparar mais um uísque. Perguntei a ela se queria mais e ela fez sinal que sim. Carreguei na dose dela, botei mais gelo e sentei ao lado dela no sofá. A amiga depois de dar parabéns pelo aniversário iniciou uma conversa sem fim. Mamãe olhou para mim sorrindo e encolheu os ombros num mudo sinal de o que fazer. Eu então resolvi fazer uma brincadeira que ela fazia comigo e minha irmã quando éramos pequenos: encostava a ponta do dedo indicador na testa e ia descendo bem devagar até o pescoço. Aquilo me provocava uma sensação estranha de tal modo que eu acabava sempre caindo na risada. Ela começou a sorrir e levantou um braço mostrando que a pele estava completamente arrepiada. Tornei a subir e quando toquei no seu lábio ela deu um beijo na ponta do dedo. Eu subi de novo até o alto da testa e desci percorrendo seu nariz, quando cheguei na boca ela em vez de dar outro beijo abriu os lábios, enfiou meu dedo na boca e mordeu-o de leve. Eu estava começando a gostar da brincadeira e imaginei que ela também. Levantei seus cabelos que cobriam a orelha e dei um beijo nela acompanhado de um leve dardejar com a língua, ela me olhou e sorriu num sinal de aprovação. Eu estava começando a gostar da brincadeira e até agradecer a amiga de mamãe. Passei-lhe o copo de uísque e ela tomou um enorme gole. A coisa estava esquentando e sem que houvesse nenhuma reação negativa decidi que era tempo de ousar mais e comecei a desabotoar os botões de sua camisa. Esperava que a qualquer momento ela fosse dar um basta nas minhas investidas mas ela continuava falando normalmente com a amiga. Em seguida o próximo passo: subi com a mão até seu ombro e forcei uma alça do sutiã para baixo do ombro expondo um seio. Ela só me olhava com um sorriso de estímulo na face e não reagiu quando eu agarrei um biquinho e comecei a rodá-lo entre os dedos. Enfiei a outra mão entre o corpo de mamãe e o encosto do sofá tentando soltar o botão e o zíper, mas estava difícil. Foi quando mamãe pediu licença a amiga e levantou-se. Imaginei que era o fim da brincadeira mas as surpresas do dia estavam ainda longe de acabar. Em pé, com um rápido movimento, ela tirou a blusa e em seguida a saia ficando vestida apenas só com uma calcinha e um sutiã brancos e tornou a sentar. Escorreguei a mão pela calcinha e quando cheguei à parte baixa o tecido estava todo ensopado, escorreguei um dedo por baixo da perna da calcinha e toquei sua racha que estava completamente ensopada. Fiz sinal para que ela acabasse com a conversa, ela deu a desculpara que o interfone estava tocando e corremos para o quarto.

-“Alex, você tem consciência do que estamos fazendo?”- ela perguntou certamente para espantar suas ultimas dúvidas.

-”Sei, e o que é que tem”? Só por que alguém algum dia disse que não podia o que temos de ver com isso. Basta à gente ser discreto, o que fazemos entre quatro paredes é problema nosso.”- respondi”. Aquilo parecia ser tudo o que ela estava esperando. Tirei rápido a roupa, ela também se desnudou e deitou na cama.

-”Vem, quero que seja bem gostoso, estou precisando muito disto,,,”- Deitei sobre ela e trocamos um beijo apaixonado, daqueles que as línguas se entrelaçam como cobras e depois fui descendo”. Cobri um de seus seios com a mão enquanto que coloquei o outro na boca. Ela gemia baixinho, imóvel, enquanto eu começava um lento caminhar por seu corpo abaixo. Chupei seu umbigo, lambi todo seu ventre e finalmente cheguei ao seu baixo ventre. A xoxota recendia ao odor forte mas gostoso que suas entranhas produziam. Com cuidado separei os lábios da vulva dela que estava tão molhada que escorria pelas coxas. Sem hesitar cai de boca naquela racha por onde um dia eu viera ao mundo. Ela imediatamente agarrou meus cabelos e puxou-me contra si, parecia que estava querendo me colocar de novo dentro de seu ventre. Sem pressa, eu queria dar-lhe a trepada de sua vida, chupei a racha inteira, intercalando longas lambidas de cima abaixo com chupadas em seu grelinho.

-“Por favor, vem… entra em mim que não estou me agüentando…”- Escorreguei de volta sobre ela e apontando meu mastro para sua buceta fui empurrando devagar. Incrível mas ela tinha uma buceta apertadinha, nem parecia que havia tipo dois filhos de parto natural. Imediatamente comecei um lento vai-vem dentro do corpo de minha própria mãe. Pode parecer maluco mas o fato de ser minha mãe quem recebia em seu corpo minha pica fazia a coisa muito mais excitante do que com outras mulheres. Devagar, quase que contando as investidas fui aumentando a velocidade e a intensidade das estocadas. Parecia que minha piroca estava encostando em seu útero, ela rebolava os quadris respondendo as minhas estocadas com gemidos que eram quase gritos de tão altos. Ao final eu já estava quase sem fôlego, parecia que eu havia corrido quilômetros, quando por fim não pude mais me conter e esguichei uma torrente de esperma em seu útero, parecia que jorravam litros de esperma de meu membro. Quando finalmente recuperei o fôlego comecei a beijá-la de leve por todo o rosto. Estava receoso de que, passado um pouco o efeito da bebida e saciada a excitação sexual ela viesse a ter uma crise de consciência . Mas não foi o que ocorreu; quando eu a beijei na bochecha ela virou o rosto e colou seus lábios nos meus. Sai de cima dela e a abracei enquanto acariciava seu corpo, parecia que ambos estávamos com medo de falar e romper aquele momento mágico. Por fim ela levantou-se e foi em direção ao banheiro da suíte. Ouvi o barulho do chuveiro, em seguida ela voltou enrolada em uma toalha. Thalex65@hotmail.com (continua)

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Essa eh uma historia veridica, e decidi tomar um pouco de meu tempo e dividr essa experiencia com voces. Passei a ler os contos desse site recentemente e quero deixar relatos meus.

Por mais que pareça absurdo e impossivel o fato de eu ter transado com minha mae, tudo que esta aqui eh absolutamente verdade. Eu tambem nao acreditava que isso poderia acontecer; nos sempre temos uma visao indiferente para nossos parentes em relaçao a sexo, ainda mais com nossas maes. Porem, vou contar como eu e minha maezinha quebramos essa barreira entre incesto de mae e filho – e me perdoem a falta de acentuaçao, mas estou em um teclado que nao da para usar -.

Isso aconteceu quando tinha 16 anos. Hoje tenho 18, nao moro mais com meus pais e vivo em outra cidade.

Na epoca, eu era um garoto bastante pervertido. Tinha dias que eu me masturbava 5 vezes ou mais, eu tinha muito tesao mesmo. Desde os 12 tenho fetiches por pes. Adoro pes femininos. Uma mulher com belos pes consegue toda minha atençao, e se nao tiver, eu nao me interesso. Minha mae tinha belos pes, lindos mesmo. Ela tinha o par de pezinhos mais lindos que ja vi na vida. Calça 35, sao delicados, tem os dedinhos perfeitos; ela fazia as unhas, e andava de sandalia rasteirinha ou quaisquer sapatos que os realçassem. A curvatura deles era excitante demais. Ela sempre andava de chinelo ou descalça em casa, com um shortinho ou camisola. Gostosa demais. Ela tem a pele meio parda, bem morena quase mulata, alisa o cabelo mas nao o deixa totalmente alisado, mas com ondulaçoes, tem labios carnudos… esta um pouquinho acima do peso, porem tem um corpo incrivel, coxas grossas, um bundao lindo. O shortinho que ela usava, cravado no cuzinho dela, realçava ainda mais aquele bundao de negra. Tinha peitos fartos, meio caidos pela idade. Devia ter uns 39 anos na epoca. Ela cheira muito bem, ate mesmo sem perfume, e devia ter uns 1,60 m.

Porem, ate uma certa epoca, eu nunca a vi como mulher, ou como simbolo sexual. Claro, ela eh minha mae, eu nunca pensaria coisas assim com ela. Mas isso mudou quando cheguei aos meus 15 anos.

Eu estava ficando tao tarado, que começara a praticar reais perversidades em casa. Uma empregada, que trabalhou conosco a vida inteira, havia se demitido. Era feia e tinha pes horriveis. Nisto, meus pais decidiram contratar uma nova, e eu daria minha opiniao sobre as entrevistadas, pois passava grande parte do meu tempo em casa e seria essencial ter uma domestica ideal. Fizemos as entrevistas com varias, algumas bonitas e outras nao, mas uma me chamou a atençao. Tinha um rostinho belo, um corpo mediano, nem magra nem gorda, mas o essencial: tinha pes lindissimos. Deliciosos, como os da minha mae. Queria chupar eles demais, meter naquela bunda redonda, queria ver aquela mulher bem vestidinha, empolgada com o trabalho, gemer e ficar nua na cama do meu quarto. Deveria ser ate mais jovem que minha mae, mas era mae de 2 filhos. Acabaram as entrevistas, e claro, falei que havia gostado mais da mulher de pes lindos, que chamarei de (M). Na semana seguinte ela ja estava contratada. Ela trabalhava com um shortinho de ginastica colado naquele bundao gostoso dela, e uma camilosa, com um par de rasteirinhas. Quanto terminava o serviço, deixava suas roupas de trabalho em casa no quartinho da empregada e ia embora com outras. Eu me masturbava com as roupas dela, ainda com o cheiro delicioso dela, e lambia as rasteirinhas. Gozava sempre ou nas roupas ou nas rasteirinhas, e limpava pouco. Queria que ela descobrisse que eu estava desejando ela e gozando nas suas roupas… molecagem minha na epoca. Mas ela nunca esboçou nada, apesar de deixar grandes manchas em suas vestes. Mas sempre tive a impressao de que ela me queria… porem essa eh outra historia.

Nesse periodo eu nao desejava minha mae. Mas certo dia, tive um sonho. Normalmente, quando sonhamos que transamos com alguem, passamos a olhar essa pessoa com outros olhos. Foi oque aconteceu comigo. Sonhei que fodinha minha mae, e adorava. Acordei de penis duro, e nunca havia me sentido daquele jeito. Estava duro que nem pedra, as veias estavam mais salientes que o normal, eu sentia uma vontade enorme de pular da cama e ir meter na minha mae. Ainda me restava uma parte de mim que dizia ”cara, isso eh anormal, pare de pensar..” mas a sanidade na hora era pouca, e bati uma punheta ali mesmo, na cama. Me concentrei e gozei rapido. Foi oficialmente a gozada mais intensa da minha vida. A porra voou no meu cabelo, na cara, eu soltei uns 5 jatos consistentes. Logo apos o feito, me veio o sentimento de arrependimento. Passei o dia meio horrorizado, e quando me encontrava com minha mae, ficava corado. Nao sentia vontade de repetir o ato, mas ficava um tanto incomodado. Porem, a vontade voltava depois de um tempo, assim que meu tesao retornasse. Claro, eu garoto, fiquei preocupado com esses meus desejos de incesto e de estar me entregado, pois nao aguentava mais e tinha que comer minha mae. Aquela bunda dela, os pezinhos, a boquinha gostosa dela e o jeito que ela sentava no sofa, de pernas arreganhadas, com a calcinha deixando uma parte da bucetinha escapar… Punhetas e mais punhetas vieram defronte a isso. Prestava atençao em tudo nela. Em como ela era gostosa com as roupas que ela saia, passei a reparar nos sapatos dela, e logo, nao tardava para começar a procurar por suas calcinhas. De sabado, ela trabalhava, e eu nao ia para a escola. Eu acordava cedo, para esperar ela se trocar e ir embora, para eu poder pegar a calcinha dela ainda fresca do cesto de roupas sujas e bater uma com aquilo encostado no meu pau. Eu me lambuzava, lambia aquela peça de roupa com o cheirinho levemente forte da buceta da minha mae. Conseguia ainda ver algumas pequenas manchas do liquido da xoxota dela. E foi assim por meses.

Outros fatores contribuiram nessa minha paixao imensa por minha mae. Ela criou uma mania de passar seus pezinhos em mim. No almoço, ela sentava na minha frente. Ela, ingenuamente, esfregava e roçava os pezinhos em minha perna, joelho, como se fosse apenas um carinho. Para mim, era divino, eu ficava de penis duro e tinha que disfarçar completamente para eles nao perceberem. Principalmente meu pai, ele que era o grande problema. Se descobrisse disso, me mataria, pois eh extremamente rigido. E nao era apenas nas situaçoes do almoço, era vendo tv, ou em qualquer situaçao. Ela pedia para eu cheirar os pezinhos, que tinham um leve odor de suor, e eu cheirava. Foi uma das melhores sensaçoes da minha vida. Brincava, para fingir. Dizia ”eca, que foder mae!”, ou as vezes falava a verdade e dizia ”nossa, estao cheirosos”. Mas nunca com um ar de malicia. Fazia massagem neles. Era bom demais, mas eu queria avançar, porem nao tinha como. Nao tinha como falar ”mae, deixa eu beijar seus pes”, ou ”mae, deixa eu te enrabar”. Eu nao sei se ela responderia, mesmo eu imaginando ela dizendo ”sim”. As vezes meu pai viajava, e ela me convidava a dormir com ela. Eu aceitava, obviamente. Ela dormia de camisola, eu so de samba cançao. Na maioria das vezes ela se cobria, por sentir frio, mas quando fazia calor ficava sem cobertar. Quando ela ficava de costas para mim, meu deus, sentia uma vontade de enrabar minha rola dura naquela bunda imensa, esfregar meu pau e melecar ela de porra. Nao podia fazer isso. Eu nao era louco a ponto disso, arriscando minha relaçao de filho com nao so ela, mas com meu pai tambem. Entao, tirava fotos com meu celular enquanto ainda era claro de angulos bons dela, para me masturbar depois.

Eis que um dia, depois de dormir com ela, eu acordo, e vejo ela pelada. Estava se trocando para o trabalho. Foi a primeira vez que vi minha mae nua desde que sentia atraçao por ela. Era como eu imaginava. Divino. Um corpo de mulher madura, excitante. Minha mae era uma cavala, muito gostosa. Porem, estava com muito sono, e fiquei corado. Fingi que dormi.

Passaram-se meses, eu arranjei uma namorada e uma banda, e tive que deixar de lado essa minha paixao por um tempo. Apesar de namorar, minha mae era minha deusa, minha rainha.

Fiz 16 anos, e ja estava bastante mais confiante. Estava mais forte, corajoso, e louco. Sonhava com minha mae de novo. E uma dessas ocasioes, aconteceu enquanto dormia com ela. Era a hora. Eu me aproximei dela, cheirei os cabelos dela (estava de costas para mim), e levemente enconstei meu pauzao naquele bundao, lentamente. Abracei ela, roçando cada vez mais. Estava explodindo de tesao, minha vontade era de pegar nos peitos tambem, mas recuei. No entanto, ela nao havia dado nenhum sinal. Nem de que gostou, e nem de que reprovou. Tirei meu penis da cueca, e bati uma ali mesmo. Gozei na camisola da minha mae. Foi uma gozada fantastica. Nao me arrependi, estava amando demais ela, e dormi bem. Estava torcendo para que ela descobrisse, nao limpei e deixei a mancha intacta.

Acordamos no dia seguinte. Ela parecia irritada com algo. Nao se despediu de mim direito, estava brava. Eu pensei ”estraguei tudo, me fodi agora”. Ja havia me conformado que ela iria contar pro meu pai tudo aquilo. Porem, nada aconteceu, por sorte. Apesar do aborrecimento dela, ela nao contou nada a ele. Entretanto, ela nao me chamou mais para dormir com ela. Quando eu tomava essa iniciativa, ela dizia ”melhor dormir sozinho hoje filho”. Eu nao questionava. Parou de deixar eu pegar nos pezinhos dela e pedir passagem. Isso durou por longos dias.

Ate que, mais uma vez, meu pai havia viajado. Estavamos assistindo tv, um programa de humor. Apareciam varias mulheres semi nuas, gostosas. Eu estava sem masturbaçao por um bom tempo, e estava ficando excitado vendo aquilo. Estava no sofa, minha mae com os pes esticados em minha direçao. Estava me controlando para nao olhar aquelas solinhas gostosas. As coxas dela, robustas, me atiçavam demais. Mas estava me controlando. Ela mexia os dedinhos dos pes, esticando-os, como quisesse chamar minha atençao. Eu olhava de canto, e percebia que ela olhava para mim. Eu disfarçava, e ela ficava um pouco incomodada com isso. Ate que relaxei, e comecei a dar sinais de olhar para ela e para seu corpo. Nao demorou, e ela começou a passar seu pezinho em minha coxa, falando ”ve se meu pezinho ta fedido”. Eu cheirei, enconstando meu nariz e labios, deixei minha cara naquela solinha por uns 5 segundos, minha vontade era de passar a lingua. Ela disse ”vc acha meus pes bonitos?” eu disse ”acho mae, adoro seus pes”. ela com um sorriso no rosto continuou ”adoro homens que façam carinhos nos meus pes, beijem… pode olhar filho, eu sou sua mae. quero que vc massageie e de varios beijinhos nos meus dedinhos, vai..”. Peguei aquele pe, apertei, alisei, beijei inteiro. Minha mae gemia descaradamente, percebi ali que ela era minha. Ela adorava que eu mordiscasse seu mindinho, ela gemia alto mesmo. A vadia adorava um carinho nos pes, por sorte minha. Comecei a lamber, a chupar, lambuzar aquele pe. Segui para as coxas delas, e ela interveio: ”aaah moleque, se seu pai descobre… vou contar pra ele!” eu falei ”nao mae, por favor. vc nao entende, sou louco por vc desde muito tempo. vc eh gostosa, a mulher que mais desejei, mais que qualquer menina que ja fiquei. eu te quero agora”

e assim ela abriu as pernas. ela era muito elastica, levou quase que para tras da cabeça aquelas pernas lindas, e o bucetao dela ficou totalmente exposto. estava sem calcinha. ela logo disse ”vem ca entao, filhao”. Eu fiz o que ela mandou. Deitei em cima dela e comecei a beija-la. Ela me abraçou com as pernas, foi uma delicia. Meu pau na raxa dela estava pulsando de tesao, comecei a fazer movimentos de vai e vem, porem estava de bermuda, entao nao estava penetrando ela ainda. Depois de um beijo intenso, começamos a nos lamber, que nem cachorros lambem um ao outro na boca. O gosto da saliva dela era delicioso, os labios eram carnudos entao eu me desgutava demais. Ficamos muito tempo assim, ate que ela pediu para eu descer em sua xana. Comecei a lambe-la inteira. Inexperiente, ela mandou gentilmente eu lamber nos pontos que ela pedia, para lhe dar prazer. Posso lhes dizer que, ouvir minha gemer, e gozar na minha boca, foi a coisa mais assustadora, excitante e deliciosa do mundo. Nada pagara o preço disso. Ela gemendo, foi o que mais me deu tesao na transa. Voltei a beijar, lamber seus pes, e quando tirei minha bermuda e comecei a esfregar meu pau nos pes dela, ela sorriu. ”vou fazer vc gozar nos meus pezinhos hmmm”.

Caralho, eu tava pirando. Ela tinha muita experiencia, ela batia uma com os pes dela para mim de uma maneira perfeita, melhor que as maos. Ela passava os dedinhos no meu saco, eu a olhava nos olhos, sentia tanto amor por ela, queria encher ela de porra. E gozei. Gozei demais. Ela gemia, eu estava corado, mas gritando e gozando demais nos pes dela. Alem do que foi nos pes, foi nos seios dela e na barriga. A vagabunda levou os pes para a boca dela e lambeu a porra que restava ali. Ela mandou eu lamber tambem, e eu obedeci. Nao sentia nojo, lambi a porra com ela e depois a beijei. Ainda lambi o que tinha na barriga e dei mais umas chupadinhas naquela xaninha dela.

Depois dessa, vieram centenas de transas. Sempre fomos cautelosos e nunca deixamos meu pai nos pegar. Ela me fez prometer que nunca contaria para ele, nem para meu irmao, nem para ninguem.

Minha relaçao com minha mae, que antes nao era mto boa, se tornou excelente. Viramos melhores amigos, transavamos. Cheguei a comer o cuzinho dela, e experimentamos coisas como chuva dourada, inversao. Foi otimo.

Quase completando 18 anos, sai de casa. O fogo ja nao era tao grande entre eu e ela. Mas ainda nos beijavamos, e quando estavamos muito excitados, e so estavamos nos dois em casa, transavamos feito gorilas a noite inteira. iamos na locadora para pegar filmes pornos, eu fingia que era namorado dela. Fomos a um motel, transavamos as vezes em festas. Foi a melhor epoca da minha vida.

Hoje ainda nos falamos, e ainda temos papos pervertidos. Mas estou com uma vida corrida no momento, mas ainda tiro uma folga para passar em casa e mostrar para minha mamaezinha como estou crescido.

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Algum tempo atrás minha irmã costumava receber uma amiga que vinha em casa duas vezes por semana pra fazer uma massagem nela, e também pra minha irmã fazer o mesmo pra ela. Elas ficavam sem roupa enquanto recebiam a massagem, ficando apenas uma toalha cobrindo a bunda. Eu costumava passar “distraidamente” dando só umas olhadinhas de rabo-de-olho, torcendo pra que elas dessem uma distraída que me permitisse ver os mamilos ou algo mais enquanto elas mudavam de posição. Embora eu tenha dado sorte umas poucas vezes, com o tempo elas foram ficando mais espertas, na medida em que minha curiosidade aumentava.

Eu lembro que uma vez a amiga dela bobeou e eu consegui olhar ela de frente quando ela levantou pra se vestir. Ela se cobriu com um roupão quase instantaneamente, mas aquela fração de segundo foi o suficiente pra eu gravar a imagem dos peitões e da buceta dela, coberta por uns pelinhos formando um triângulo. Infelizmente, algumas semanas depois ela mudou de cidade, o que acabou com a minha alegria. A minha irmã também sentiu falta das sessões de massagem, e começou a reclamar de dores que ela tinha por todo o corpo sempre que chegava do trabalho. Eu pensei que seria uma boa oportunidade de me oferecer pra substituir a sua amiga, o que me garantiria uma chance de ver de perto e ainda tocar aquele corpão delicioso.

Eu nem acreditei quando uma tarde eu sugeri a idéia e ela imediatamente concordou. Ela pediu para eu armar a mesa enquanto ela se preparava. Alguns minutos depois ela apareceu de roupão e com duas toalhas. Ela estendeu uma toalha sobre a mesa, virou de costas e enrolou uma toalha em volta da cintura, e depois deitou de bruços, com os braços esticados ao longo do corpo. Eu quase não vi nada, só um pouco da lateral dos seios pelas costas. Eu comecei massageando a cabeça, do jeito que eu tinha visto elas fazerem e depois de alguns minutos eu fui descendo pela cabeça, ombros, voltei para as costas e desci até a parte de baixo da região lombar, até a linha da toalha. A maninha falou que estava ótimo, e que eu tinha um grande potencial. Eu passei para a parte de baixo e massageei seus pés. As pernas delas estavam juntas, e não dava pra ver nada entre elas. Depois de me dedicar em bom tempo aos pés, ela relaxou bastante. Eu passei a massagear suas panturrilhas e ela não resistiu quando eu afastei as pernas dela um pouco.

Eu dei bastante atenção à parte de trás dos joelhos dela. Eu tinha ouvido ela falar pra amiga que adorava ser tocada lá, e ela logo falou “Aí, aí… Nossa, você tem mesmo jeito pra isso, mano.” Então eu fui pras coxas dela, apertando com firmeza e de modo que afastasse as pernas dela um pouco mais. Como recompensa eu consegui enxergar um pouco dos pêlos da buceta dela, mas as pernas dela ainda estavam um pouco fechadas e mesmo a toalha sendo fina, o que deixava um pouco de luz passar, eu não conseguia ver muita coisa. Mesmo assim, com dezesseis anos aquilo já me deixou louco. Um pouco depois, ela se levantou, cobrindo os seios com a toalha que estava embaixo dela, me agradeceu e pegou o roupão, colocando ele de modo que de novo só vi as costas dela.

Três dias depois, numa sexta-feira, logo que ela chegou do trabalho eu disse que podia fazer outra massagem pra ela. Ela sorriu e disse que só se fosse agora. Ela se preparou e com o mesmo cuidado de antes se deitou na mesa, dessa vez com os braços pra cima, colocando a cabeça sobre as mãos estendidas uma sobre a outra. Depois que eu terminei com os ombros, os braços e as costas, eu passei de novo para os pés. Eu notei que as pernas não estavam tão juntas quanto da outra vez, e enquanto eu subi e afastei-as um pouco mais, eu consegui dar uma boa olhada na bucetinha dela, me empolguei tanto que minha mão subiu pelas coxas dela até debaixo da toalha, meus dedos já passando do meio das coxas quando ela de repente se deu conta que tava com a retaguarda exposta (decerto um vento frio que bateu lá), na mesma hora fechou as pernas e levantou apressada e já agradecendo, dizendo que já era o bastante e sumindo pra dentro do quarto dela. Eu entrei em depressão, imaginando que tinha estragado tudo, mas na segunda-feira ela já chegou do trabalho perguntando se eu me importava de fazer outra massagem pra ela.

Eu concordei na hora, e fui menos agressivo dessa vez e durante mais um mês, com umas duas ou três sessões por semana. Eu sempre conseguia ver a buceta dela enquanto massageava suas coxas e ela foi ficando mais distraída, já deixando às vezes eu ver os mamilos rosados dela quando ela levantava.

Uma tarde ela chegou pra massagem e já na hora de deitar não fez nenhum esforço pra esconder os seios, e depois de deitar desenrolou a toalha que tava em volta da cintura, deixando ela cobrindo a bunda, do jeito que ficava quando a amiga dela fazia a massagem. Quando eu terminei as costas dela, ela pediu pra eu massagear a bunda dela por cima da toalha. Eu fiquei apertando aquela maravilha, babando em cima dela por uns cinco minutos até ela pedir pra eu passar pros pés. Ela ficou com as pernas bem abertas e enquanto eu massageei os pés e as panturrilhas eu tinha uma visão perfeita da buceta dela.

Enquanto eu esfregava as coxas dela, eu notei que quanto mais eu subia mais eu fazia a xaninha dela mexer com os apertões. Eu continuei subindo pela toalha e voltei a massagear a bunda dela mas por debaixo da toalha. Dessa vez, quando eu apertava eu abria bem a bunda e a buceta dela, chegando a ver o cuzinho dela que deu uma piscadinha pra mim. Logo ela falou que já tava bom, enrolou a toalha de novo e levantou, sem pegar a toalha de baixo, cobrindo os seios com a mão. Ela colocou o roupão e os bicos dos seios dela ficaram aparecendo por baixo, os faróis acesos e o rosto vermelho. Ela falou que era melhor parar, me deu um beijo no rosto e foi pro quarto. Eu também corri pro meu quarto e bati umas quatro punhetas até a hora de ir dormir.

Na vez seguinte a coisa foi ainda mais longe. Ela chegou de roupão e me perguntou se eu podia fazer uma massagem. Eu concordei imediatamente e, depois que eu montei a mesa ela só tirou o roupão e deitou na mesa, completamente nua. Ela pegou uma toalha, cobriu a bunda com uma toalha. Eu quase fiquei louco com a visão dela quase de quatro, deitando na mesa, e resolvi agradecer com uma massagem especial, dando bastante atenção à nuca,as costas e os pés, levando mais de meia hora pra chegar na bunda e nas coxas. Ela deixou eu afastar bem as pernas dela, e a deu pra ver que a xaninha dela tava bem molhada. Enquanto eu esfregava com os dedões de baixo pra cima, abrindo a buceta e as nádegas dela, o cuzinho dela piscava e a buceta dela dava uns pulinhos. Daí eu tive uma idéia. Perguntei se ela queria que eu massageasse a parte da frente das coxas dela, ela disse que seria ótimo, se virou segurando a toalha e deixou ela em cima da barriga dela, deixando os seios e a vulva descobertos. Por um momento eu fiquei paralisado, admirando aquela maravilha, e ela com os olhos fechados. Os mamilos dela estavam super duros e enquanto eu massageava logo acima dos joelhos ela arrepiava a todo momento. Ela deixou as pernas bem abertas, e enquanto eu subia, massageando a parte de cima de suas coxas, eu fazia a buceta dela abrir e via o grelinho dela pra fora, mesmo quando a buceta fechava

Logo eu já estava com meus dedões bem em cima dos seus grandes lábios, delicadamente massageando as laterais da sua vulva, que se abria exalando um cheiro maravilhoso, enquanto seu néctar escorria até a mesa. Ela começou a jogar sua pélvis para cima, e eu sincronizei meus movimentos com os dela. Enquanto os movimentos dela aceleravam, sua respiração também ficava mais forte e ela começou a soltar uns gemidinhos e pediu pra eu continuar, que estava maravilhoso. Alguns minutos depois ela gozou, contraindo seu corpo e soltando um longo suspiro em seguida. Ela se levantou, colocou o roupão e me deu um abraço apertado, depois um beijo no rosto, disse obrigado e foi pro quarto.

Ela não fez nenhum comentário sobre o rumo que as nossas sessões de massagem estavam tomando, mas depois desse dia ela estava de ótimo humor. Me abraçava o tempo todo e ficava passando a mão no meu cabelo quando a gente sentava junto pra assistir tv. Um dia, logo depois de sair do chuveiro, ela me chamou no quarto dela e me pediu pra fazer uma massagem nela. Eu disse que iria armar a mesa, mas ela disse que podia ser na cama dela mesmo, ela só desenrolou a toalha que ela tinha em torno do corpo e, completamente nua, ainda sentada na cama me disse que depois ia ser a minha vez. Ela se deitou de bruços e falou que eu podia começar pelos ombros, não precisando começar pela cabeça.

Eu tive uma grande idéia. Ela estava com as pernas bem afastadas, e eu me ajoelhei entre elas. Eu estava só com um short de nylon daqueles que já vem com uma tela por dentro, como se fosse uma cueca, e me deitei sobre ela enquanto massageava seus ombros e nuca. Meu pau estava como uma pedra, e eu o encaixei bem no meio da bunda dela. Ela não disse nada, mas assim que eu passei pra parte de baixo das costas dela eu tive que me levantar e saí de cima dela. Quando eu passei pra bunda dela, eu tive uma vista panorâmica do seu rabo, me deu vontade de beijar aquele cuzinho depiladinho e a buceta dela, deu pra ver que ela tinha dado uma geral bem recentemente, porque estava tudo completamente depilado, ela escorria já molhando a cama. Eu logo continuei descendo até os pés dela, e um tempo depois ela virou de lado e ficou de barriga pra cima. Quando ela se virou, ela viu que meu pau apontava pra ela, mas disfarçou e se ajeitou comigo ainda entre as suas pernas, deitando-se de bruços com os pés apoiados na cama e os joelhos dobrados. Com os olhos fechados, ela pediu pra eu massagear as coxas dela.

Eu comecei pela parte de trás dos seus joelhos, levantando as suas pernas e chegando junto com meu pau bem em cima da racha. Eu lentamente baixei as pernas dela, afastando uma da outra e aproximando as mão cada vez mais para o meio delas. Ela começou a rebolar, como se buscasse minhas mãos, até que com o dedão direito eu comecei a esfregar por cima da buceta dela, enquanto com a outra mão eu continuava massageando de lado e abrindo-a com o dedão. Aos poucos o meu dedão direito foi entrando pra dentro, e com as reboladas ela foi chegando mais em direção da minha mão, enterrando o dedo todo dentro dela. De repente, ela segurou a minha mão e disse que agora era minha vez. Ela se levantou e, quase como um golpe de judô, me jogou deitado de costas na cama e se sentou na minha barriga. Ela começou massageando meus ombros e meu tórax, e enquanto ela fazia isso, eu disfarçadamente alcancei meu short e abaixei ele um pouco, tirando meu pau pra fora. Ela sentiu a ponta dele cutucar o rabo dela, e deitou em cima de mim, encostando aqueles peitões em mim e escorregando pra baixo, encaixando meu pau na buceta dela que nem um hot-dog.

O caldo dela me melou todo, e eu mesmo já tinha molhado o meu calção há bastante tempo, em um momento propício eu aproveitei uma levantada que ela deu e comecei a encaixar meu pinto pra dentro da xaninha dela. Aquilo foi demais, eu senti aquela gruta macia mas firme se abrindo pra acomodar meu pau, mas mal ele tinha entrado pela metade ela levantou e fez ele sair, voltando a deitar em cima dele. Ela disse que era errado e que a gente não podia fazer aquilo sendo irmãos, que a gente só podia brincar, mas sem chegar nos finalmentes. Eu dei um beijo na boca dela, que ela retribuiu de imediato, depois eu desci beijando o seu pescoço até colocar um mamilo dela na boca e com aquele esfrega-esfrega eu logo gozei, ficando prostrado enquanto ela continuou esfregando a bucetinha em mim até ela gozar também. Ela ainda ficou em cima de mim por uns minutos, depois pegou uma caixa de lenços de papel, secou nossas áreas de lazer e se deitou do meu lado, enroscando suas pernas na minha e ficou com a xana encostada na minha coxa. Daí deu um cochilo, enquanto eu fiquei alisando a sua bunda. Uma meia hora depois ela acordou e disse que precisava sair, entrou no banheiro e eu acabei pegando no sono.

Uns três dias depois ela me chamou de novo no quarto dela, e pediu para eu tirar a roupa e deitar de bruços. Ela massageou um pouco minhas costas e pediu pra eu virar. Ao mesmo tempo ela se deitou com a cabeça em cima do meu peito, desceu a mão até chegar no meu pau e começou a alisar meu pau e meu saco, esfregou a ponta dele com o dedão, espalhando minha lubrificação pela glande antes de começar uma punheta bem levinha. Pra minha surpresa, ela desceu a cabeça dela e colocou meu pinto dentro da boca, chupando meu pau enquanto passava a mão pelo meu saco e minhas coxas. Ela continuou e não parou quando eu comecei a gozar, engolindo até a última gota e ainda continuou chupando por um bom tempo. Depois ela olhou pra mim, sorriu e disse que eu merecia algo especial. Eu só fiquei imaginando como eu poderia retribuir o favor.

Na próxima vez eu já sabia o que fazer e, numa sexta-feira em que estávamos sós em casa, pois o pessoal tinha viajado para o fim de semana, deixando a gente mais à vontade eu, depois de massageá-la dos pés à cabeça pelas costas, pedi pra ela se virar e, afastando as pernas dela com as mãos, baixei a cabeça e comecei a beijar e lamber o prato pelas beiradas, bem onde as pernas e a pelve se encontram. Eu lambi e circulei várias vezes a buceta dela, provando o mel que saía dela. Pra não perder um pouco que tinha escorrido, eu lambi o cuzinho dela também, o que deixou ela louca, cravando as unhas no colchão e soltando um gemido bem alto. Eu terminei chupando o grelinho dela, enquanto enfiava e tirava um dedo na bucetinha dela. Depois que ela gozou, ela só virou de lado e disse que ia dormir um pouco, e pediu pra eu não abusar dela. Sem esperar minha resposta, ela fechou os olhos e eu a abracei por trás, encoxando ela enquanto brincava com seus peitos. Com o pau esfregando no rabo dela, eu o apontei na entrada da xaninha dela e abraçando-a com força ele entrou todo. Ela respirava regularmente e seus mamilos estavam duros que nem pedra. Eu bombei devagar pra não acordar ela, mas hoje desconfio que ela estava só fingindo. Ela começou a jogar a bunda pra trás e a gente acertou o ritmo, eu segurei nos seus ombros e acelerei um pouco, colocando até o talo e um pouco depois eu gozei, enchendo ela com minha porra. Eu deixei meu pau lá dentro mesmo, e dormi abraçado com ela.

No dia seguinte, sábado, ela não precisou ir trabalhar. Eu acordei primeiro, louco pra dar uma mijada, e aproveitei pra tomar um banho. Depois que eu estava todo ensaboado ela abriu o box e entrou debaixo d’água, com um sorriso enorme no rosto, e me pediu pra esfregar as costas dela. Depois que eu me enxagüei eu passei o sabão nas suas costas e, abraçando ela, passei também nos seus peitos, me demorando um pouco neles, na buceta dela e, quando voltei para a parte de trás, ela riu quando um dedo meu escorregou para a porta do cuzinho dela e falou: “nossa, vou ter que tomar cuidado, cê tá ficando abusaaado!” De todo jeito, ela não pediu pra eu parar, eu a virei e, ainda com a ponta do dedo no rabinho dela eu lhe dei um abraço. Ela fechou a torneira e enquanto a gente secava um ao outro ela soltou um bocejo e disse que ia cochilar mais um pouco. Acho que era a desculpa que ela tinha arranjado depois que ela tinha dito que seria errado irmão fazerem sexo. A gente se deitou de lado, um de frente ao outro e, quando ela foi caindo no sono, eu a deitei de costas e beijei seus seios e chupei seus mamilos.

Quando sua respiração estava pesada, eu levantei seus joelhos, apoiando seus pés na cama e afastando as pernas. Me encaixei no meio, pincelei o pau na entrada pra dar uma lubrificada e enterrei tudo. Ela reagiu na hora, levantando o quadril e abrindo a boca. Eu soltei meu peso em cima dela e ela me abraçou. Eu logo comecei a bombar com tudo e ela também rebolava com força, nada mal pra uma “sonâmbula”. Dessa vez eu não quis gozar logo, então parei de bombar e ficamos só com o rebolado dela. Quando ela gozou ela me abraçou mais forte, e depois deixou seus braços caírem de lado. Daí eu abracei ela e fui bombando bem devagarinho no início, acelerando sem pressa. Quando eu tava quase gozando eu meti com força e ela quase abriu os olhos, suspendendo as sobrancelhas e soltando um gemidinho. Eu continuei comendo ela com força, e ela soltava seus gemidinhos toda vez que eu acertava o fundo da buceta dela. Ela me abraçou de novo, e quando eu gozei ela me segurou bem junto dela. Quando parei, ela suspirou e continuou com os olhos fechados, mas com um sorriso sem-vergonha estampado no rosto. Eu rolei pro lado e fiquei admirando o corpo dela, passando a mão na barriga e nos seios dela. Quando ela acordou, ela me disse que tinha tido um sonho maravilhoso.

Isso aconteceu uns seis meses atrás. Depois disso eu passei a fazer umas visitas noturnas pra ela quase toda noite. Eu ia pro quarto dela mais tarde e depois voltada um pouco antes dos nossos pais acordarem. Eles nunca desconfiaram de nada, mesmo com umas brincadeirinhas que a gente vivia fazendo, por debaixo da mesa, no sofá… Ela sempre fingiu que estava dormindo quando a gente transa, mas dizia que não gostava de dormir sozinha. Ela passou no vestibular e vai precisar mudar pra outra cidade, mas disse pra eu estudar bastante e passar na mesma cidade, que aí a gente pode morar junto. De qualquer forma a cidade não é longe da minha, e ela disse que vem pra cá todo fim-de-semana, que ela não vai agüentar a saudade da cama e da comida daqui.

De: Carlos Maya.

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Gostaria de contar uma estória que vem acontecendo comigo nos últimos seis meses e que mudou completamente minha vida. Até seis meses atrás eu levava uma vida careta, enquadrada e totalmente monótona sexualmente. Tenho 41 anos, sou casada com um homem de 45 anos há 15 anos e não conseguimos ter filhos. Eu diria que sou bonita, com um belo corpo, com pouquíssimas celulites e sem estrias. Sou de estatura mediana, meu traseiro é durinho e arrebitado e meus seios médios e em pé. Meu marido também não é de se jogar fora, mas nosso relacionamento sexual esfriou quase que totalmente, sem que haja uma razão específica. Talvez o fato de que ele viaje muito e passe muito tempo fora de casa, pois é diretor financeiro de uma importante mineradora. Ele viaja todo mês e com freqüência passa quase uma semana fora, pois seus principais clientes têm sede na Ásia.

Quando ele está em casa nós transamos às vezes, mas quase sempre é sem graça, sem preliminares e eu quase nunca gozo, só raramente quando já tomei algumas taças de vinho. Minha vida é a rotina de uma mulher de executivo muito bem remunerado, freqüento a academia, cuido da casa, me encontro com as amigas para um chá ou café à tarde, vou a restaurantes caros com casais amigos, viajo para o exterior com freqüência, normalmente para NY e para Aspen, temos uma casa em Angra com barco, uma vez por mês recebo alguns casais para pequenas recepções. Com o tempo também passei a me vestir de maneira cada vez mais conservadora, tudo das melhores marcas, mas nada que enfatize meus seios ou traseiro. Em suma, como já disse, tudo careta e enquadrado.

Este mundinho começou a virar de cabeça para baixo há seis meses. Minha irmã mora em uma fazenda no interior de Goiás e tem um filho que queria fazer vestibular para Informática. Na cidade próxima não tem escolas muito boas e como não temos filhos e moramos em um apartamento grande, quando ela me falou eu consultei meu marido, que concordou, e ofereci para que meu sobrinho viesse morar comigo. Minha irmã agradeceu muito e em fevereiro o menino chegou. Ele é um garoto bonito, alegre e que passou a encher a casa, especialmente quando meu marido viaja. Ele passou a me fazer companhia, a ir ao cinema e até restaurantes juntos. Nossa relação era de tia e sobrinho, sem malícia. Tudo mudou um dia quando cheguei em casa e ao entrar no box para tomar banho tive um choque. Apesar da minha condição social eu mantive o hábito de solteira de lavar minhas calcinhas no banho e pendurar para secar em uma torneira. Nunca presto muita atenção exatamente em qual torneira, mas neste dia o que me chamou atenção foi que ela estava muito molhada e eu senti um cheiro forte de sêmen. Aquilo foi como seu tivesse levado uma marretada na cabeça. Fiquei tonta e sem saber como agir. Mas aquilo não podia ser verdade, não podia ser uma rotina. Depois de pensar muito eu decidi que a primeira coisa que eu tinha que fazer era confirmar isso, que ele estava se masturbando na minha calcinha. Ele estudava à tarde e eu saía para a academia de manhã e ele deve ter entrado no meu banheiro neste intervalo. Na manhã seguinte eu pendurei cuidadosamente uma calcinha seca, rendada preta, na torneira da direita e saí. Quando voltei 3 horas mais tarde fui direto ao banheiro e não deu outra: a calcinha estava mexida, molhada e cheirando a sêmen. Mais uma vez entrei em parafuso. Meu marido estava viajando, mas eu não poderia contar aquilo para ele e nem para ninguém. Não sou uma pessoa de mente estreita, e apesar do inusitado, sabia que isto podia ser comum com adolescentes e resolvi deixar rolar para ver o que iria acontecer, mas devo admitir que lá fundo, bem lá no fundo (e só agora eu admito) eu me senti envaidecida e gostei de ser desejada. Nossa relação continuou do mesmo jeito, eu não deixei transparecer nada. Mas aquilo estava me afetando. Não sei se pela minha carência, toda hora esta questão vinha à mente. E eu passei a discretamente a me arrumar de modo um pouco (pouco mesmo) mais sensual em casa, especialmente quando estávamos sozinhos os dois. Um dia eu não colocava o sutiã, noutro usava uma calça jeans mais apertadas, marcando a calcinha, também menores. Para a piscina eu comprei biquínis um pouco menores que mostravam mais e marcavam mais minha vagina. E eu passei a perceber uma maior umidade na minha calcinha. E ao retirá-la, via que as calcinhas estavam sempre com manchas nesta região.

Até que um dia o choque maior. Ao chegar em casa, corri para o banheiro (como fazia sempre agora), mas ao tocá-la percebi que ela não havia sido lavada, mas que estava ensopada de uma substância viscosa. Ele tinha gozado na minha calcinha e tinha deixado todo o sêmen lá sem lavar! Eu tinha que fazer alguma coisa, aquilo não podia continuar e eu tinha que falar com ele! Tremendo, com a calcinha gozada na mão, corri para o quarto dele e entrei sem bater. Ele me viu e imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Entretanto, sua atitude me desarmou completamente. Ele começou pedindo desculpas, e trêmulo, me prometeu que isto nunca mais iria acontecer. Mesmo assim eu resolvi pedir explicações e perguntei a ele porque ele fazia aquilo e porque não procurava outras mulheres para ter relações sexuais. A resposta dele foi uma bomba: ele não tinha interesse em outras mulheres, nem em meninas da idade dele, e que para ele eu era uma deusa e que ele morria de tesão em mim. Balbuciando eu sussurrei que aquilo não era possível, que era muito errado e que ele não poderia ter desejos e muito menos relações sexuais com uma tia. E saí do quarto sem condições de continuar esta conversa.

Os dias se passaram, nos dois primeiros dias com muito constrangimento entre nós dois, mas aos poucos a situação foi voltando ao normal. Todo dia eu chegava em casa da academia e corria ao banheiro e a calcinha estava lá intocada. E eu já tinha percebido que aquilo estava fazendo uma enorme falta para mim, a falta de ser desejada. Passei a me arrumar com mais sensualidade, com algumas transparências, com roupas ainda mais justas marcando calcinhas cada vez menores. Passei a andar de camisolas de seda semitransparentes, cobertas com um rob. Mas dez dias depois, ao entrar no banheiro, dei de cara com a calcinha ensopada de sêmen. Mais uma vez corri para o quarto dele com a calcinha na mão e ele ao me ver desabou, começou a chorar, dizendo que não tinha conseguido resistir, que morria de tesão por mim e que como não tinha conseguido manter a promessa iria voltar para a casa dele. E começou a arrumar a mala. Na hora eu entrei em pânico, hoje eu sei que pela possibilidade de perdê-lo, mas na hora comecei a dizer que ele não podia ir embora, que iria arruinar a vida dele, que eu não tinha como explicar para a mãe dele, que ela iria me odiar se soubesse a verdade.

Ele, em prantos, me abraçou como um sobrinho querido. Eu aninhei a sua cabeça entre meus seios e falei para ele chorar à vontade que nós iríamos achar uma solução. Eu estava usando roupa de ginástica: um short e miniblusa de tecido fino sem sutiã. Ao sentir a cabeça dele entre meus seios, meu deu um calor no corpo todo e os biquinhos ficaram duros. Eu percebi que o pau dele estava encaixado na minha virilha, duro, tocando minha vagina. Acho que ele percebeu que os bicos estavam enrijecidos e tocou com a ponta dos lábios em um deles. Uma corrente atravessou meu corpo e ele percebendo que eu não me mexia, passou a passear os lábios pelo bico, mordendo de leve, passando a língua. Eu gemi de leve e ele forçou o pau contra a minha vagina, e se moveu esfregando muito lentamente. A sua mão abriu entrou por baixo da miniblusa e ele procurou um seio com a mão, apertando ele todo e depois apenas o bico. Ele colocou um seio para fora e começou a mamar. Aquilo me enlouquecia, eu já sabia que não havia mais volta, só não sabia onde iria acabar. Sem parar de chupar meu peitinho, ele guiou minha mão para dentro do seu short e me fez segurar seu cacete, duro feito pedra. Pela primeira vez ele falou: “segura este caralho minha putinha que daqui a pouco ele vai te fazer feliz”. Ele tirou a blusa, o short e me deixou só de calcinha. Ele se afastou e disse que queria me ver só de calcinha, que tinha se masturbado dezenas de vezes pensando nesta cena. Ele me abraçou por trás e já nu, encostou o pau duro na minha bunda por cima da calcinha. Em seguida, afastou a calcinha, colocou o cacete no rego, e uma mão procurou um peito para acariciar. A outra entrou por dentro da calcinha até encontrar meu grelo. Passou pela minha vagina para umedecer mais os dedos e voltou para o meu grelo. E começou a tocar uma siririca maravilhosa, enfiando a língua na minha orelha, acariciando meus seus, roçando seu caralho no meu rego para cima e para baixo e passou a falar obscenidades no meu ouvido. Eu estava enlouquecida e fui sentindo meu gozo se aproximar. E ele veio, forte, maravilhoso, eu tremia, gemia e na hora berrei, para logo em seguida desabar. Meu sobrinho foi maravilhoso comigo, me amparou, tirou a calcinha e quando eu já esta recuperada me levou para o banho.

No banho ele me ensaboou toda, passando a mão e a esponja pelo meu corpo todo, levando mais tempo nas minhas partes erógenas e descobrindo onde eu tinha mais sensibilidade. Eu louca para sentir aquela vara dentro de mim, mas aquele menino estava aproveitando cada minuto daquilo, com uma experiência (e talento) que eu nunca podia imaginar. Ele me enxugou me fez enxugá-lo, e com a vara em riste me deitou na cama. Abriu minhas pernas e aproximou a boca da minha buceta. Mas não encostou imediatamente. Chupou a minha virilha, foi com a língua nos meus cabelinhos e veio até o rego. Eu segurei e cabeça dele e empurrei até o meu grelo. Quando sua língua finalmente tocou o grelo, mais uma vez eu entrei em transe. Eu gemia, berrava, dizia que queria ser a puta dele, que queria sentir a vara dele dentro de todos meus buracos e que queria me sentir inundada com a porra dele. Meu gozo veio maravilhoso mais uma vez.

E estava chegando a hora de ser comida por aquela pica maravilhosa. Ele veio chegando, até o cacete encostar na porta da buceta. Ele deu duas pinceladas para lubrificar mais um pouco, e começou a forçar devagarzinho na entrada. A cabeça ia entrando e ele tirava quase tudo e cada vez que voltava entrava mais um pouco. Aquilo era maravilhoso, mas me enlouquecia, eu queria a vara toda dentro de mim. Queria ser possuída, invadida, usada e transformada em piranha! Quando o caralho entrou todo, ele me abraçou, começou a fuder, violento, mas lento, como se quisesse sentir toda a superfície da minha buceta envolvendo seu pau. E como se quisesse retardar seu gozo ao máximo. Aproximou sua boca da minha e me beijou. Pude sentir o gosto do meu gozo. Enquanto ele me abraçava eu colocava as duas mãos na bunda dele e ajudava a empurrar o caralho para dentro da minha buceta. Não sei quanto tempo aquilo durou porque eu estava em transe. Mas fui sentindo meu gozo se aproximar mais uma vez e o caralho dele a pulsar cada vez mais duro. Liberei de uma vez a piranha que eu me tornaria e começar a berrar repetidamente: fode sua puta, mata ela de tanto gozar! E o nosso gozo veio ao mesmo tempo, longo, forte maravilhoso, não sei quanto tempo durou. Só sei que quando voltei do transe, o caralho do meu sobrinho continua duro enterrado na minha buceta, inundado em porra e no meu gozo. E ele dizia baixinho no meu ouvido: vou te fuder o resto da sua vida….

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Desde que minha filha casou, moro só com meu filho, Roberto. Ele tem 21 anos, estuda farmácia e trabalha num grande laboratório. Estou sem marido há sete anos. Nesse interim, só alguns flertes.

Tudo começou com uma suspeita. Achava estranho que Beto, alto, moreno, lindo de morrer nunca trouxe nenhuma namorada para casa.

Seria ele gay? Passei a fuçar suas coisas. Nada de errado. Restou o computador. Ele me ajudou a abrir meu e-mail e senha. Usei o mesmo critério e bidú! Foi facil descobrir o dele.

Sei que é errado, mas fui ler suas correspondências. Na caixa de entrada, muitos mail. Quase caí de costas ao ler o primeiro. O remetente dizia que transava com a própria mãe! E mais, incentivava meu filho a fazer o mesmo!

Outros também falavam sobre desejos pela genitora, de forma vulgar, como se fosse uma coisa banal! Abalada, fui na caixa de mail enviados. Foi estarrecedor! Neles Roberto falava de mim, me descrevia, dizia que sentia tesão por mim e fantasiava relações sexuais!

Antes não soubesse da verdade! Meu filho me desejava como mulher! Nunca tinha percebido nada. Nem passou pela minha cabeça uma insanidade dessa!

Vá lá que não sou uma mulher de jogar fora. Meu jeito jovial disfarça os quarenta e tantos anos. Não arranjei homem porque não quis. Propostas não faltaram. Mas com tantas garotas jovens por aí, logo eu, sua mãe?

Passei a observar melhor meu filho. Pela primeira vez olhei, não com olhar de mãe. Envergonhada, olhei como uma femea, apreciando um macho. Foi o prelúdio dos meus tormentos.

Lí e relí todos os mail. Já não sentia a repulsa da primeira leitura. Os textos agora me causavam uma estranha sensação. ¨-Meu Deus, o que está acontecendo comigo?¨ pensei.

Devo falar com Beto? Teria que confessar que lí os mail. Que pelos padrões morais de hoje, isso é errado? O que pensaria minha filha? Meus irmãos? Os vizinhos?

A situação confesso, massageava meu ego. Meu filho, meu amor, aquele rapaz lindo, lindo, me queria, me desejava. Algumas trechos dos mail martelavam na minha mente: ¨Minha mãe é gostosa demais!¨, ¨Aquela bundona dela me deixou de pau duro¨, ¨Toquei uma punheta hoje, imaginando aquelas coxas grossas¨, ¨Ví ela pelada no banheiro. Fiquei louco de tesão¨.

A mulher adormecida em mim despertava. Voltei a frequentar cabelereiro e manicure. Reiniciei a dieta. Renovei o guarda-roupa com vestidos e sapatos mais alegres, sensuais. E quando comprava lingerie nova, sexy e ousadas, ao estreá-las, pedia opinião de Beto.

Mesmo sabendo do despropósito, não tive forças para reagir. Aliás, parte de mim não queria reagir. Os dias passando e eu, cada vez mais doida. Os camisolões e pijamas foram aposentados. Passei a usar camisolas curtas de cetim, transparentes, decotadas, expondo parte dos seios e coxas.

Beto aparentava indiferença, mas, ao ler seus e-mails, envaidecida, percebia ele cada vez mais excitado, numa escalada de tesão e desejo. Eu o provocava e estava dando corda! Que loucura, eu também desejava meu filho!

Nossos contatos físicos foram aumentando. A princípio como brincadeiras. E os abraços, apalpadas e encostadas dos quadris cada vez mais frequentes. Foi questão de tempo acontecer.

Foi numa noite fria em que abusei um pouco do vinho. Estavamos assistindo um DVD romantico, deitados sob a coberta. Quando a mão boba do meu filho roçou meus seios, senti os biquinhos enrijecerem na hora. E a onda de prazer chegou na xaninha, causando umidade e contrações.

Tentei culpar a bebida, mas na verdade, o desejo reprimido guiou minha mão direita até o seu membro rijo. Só apalpar já não satisfazia. Não falamos nada. Abaixei a calça do pijama de Beto e peguei no mastro ereto, estufado ao máximo.

Era delicioso o contato daquele pau grosso e quente na palma da mão. Masturbei suavente. A respiração arfante de Beto denunciava o prazer que sentia. Gemendo ele disse:

- Ahhh, bom. Ahhh, mãe, muito bom. Não aguento, não agueento, ahhhhh, vou goooozaaar!!!

A porra espirrada melecou tudo pela frente. Seu cacete continuou pulsando na minha mão, com o esperma viscoso escorrendo entre meus dedos. Corri ao banheiro social para pegar papel e limpar. Beto veio atrás, com a pica balançando, ainda duro. Me agarrou por trás, acariciando freneticamente seios, coxas e boceta.

Me fez virar de frente, beijando na boca. Resisti cerrando os lábios, mas a boca foi se abrindo e acabamos num beijo de língua, intenso, molhado. Beto pedia para eu dar para ele, implorava para meter em mim. Meu filhinho, louco para me comer e eu lutando para não ceder, com a xoxotinha molhada, pronta para dar!

Para acalmá-lo, acabei fazendo sexo oral. Agachada, abocanhei seu pau ainda com gostinho de porra. Nossa, fazia muito, mas muito tempo que eu não chupava uma rola. Olhei para meu filhinho. De olhos fechados ele gemia. E começou o vai-e-vem com o quadril, fodendo minha boquinha.

Gozou rapidamente. Apertei com a língua e céu da boca aquela vara pulsante, de onde novamente, saia muita porra, mais rala e líquida. Suguei tudo, sofregamente, até esvaziar o pau de Beto, só soltando aquela lindeza totalmente mole e limpa, brilhando com a minha saliva.

Me refugiei no banheiro da suite. Tranquei a porta com o coração batendo aceleradamente, caindo em sí pela maluquice perpetrada. ¨Céus, o que que eu fiz? Tá louca mulher?¨ pensava. Mas o tesão continuava. Apoiada na parede, toquei uma siririca até ter um orgasmo arrebatador.

Num conto, a coisa termina por aí. Na vida real é diferente. E tentadora. Sabe o que é estar carente e viver com o homem mais lindo do mundo? E esse rapaz te desejando, de pau duro todo dia? Cortejando, beijando, abraçando, implorando, querendo te possuir! Dá para aguentar?

Acordar, tomar café, banho, jantar, circular semi-nus, ver TV, dormir, sempre excitada, com a pessoinha que se ama ao alcance da mão? Esse era nosso dia a dia. Ah, como é difícil parar no meio dos amassos!

Beto sempre insistindo. Inovando nas táticas. Passou a me chupar, a primeira vez meio à força. Sempre forçando a barra. Por pouco não me comendo na marra.

A nossa luta de todos os dias. Mas eu também atiçava. Passei a depilar a xaninha, deixando ela lisinha e bem visível, inchada e volumosa. Beto chupava a ostrinha com muito mais apetite.

Eu vivia na ilusão de que se ele não metesse na bocetinha, eu não estaria me entregando. Se o pau do meu filhinho, não entrasse no buraco de onde ele saiu, a mesma grutinha por onde o pai dele tinha plantado a semente, não seria transa, nem incesto, não seria devassidão.

Muitos contos narram o fato mas não o depois. Verdade? Ficção? Na vida real, sobra culpa e contrição.

E como amaldiçoei o dia em que cedí pela primeira vez. Perdí a conta das vezes que cobrei uma candidata a nora. De que não havia futuro para nós. E ele sempre retrucando que importante é o dia de hoje.

Se por um lado tinha vergonha, de outro me sentia uma nova mulher. Mais alegre, solta e feliz.

Sugerí ao Beto para irmos conhecer uma casa de swing. Além da minha curiosidade, queria que Beto fodesse outra mulher. E foi um desastre. Quem acabou sendo assediada fui eu, o que provocou ciumes no meu filhote.

Na volta, o clima estava pesado. E Beto possesso, transfigurado:

- Pô mãe. O cara tava quase te comendo! Aquele sujeito asqueroso! Não dá pra mim e abre as pernas para o primeiro bosta que aparece!

Beto estava obcecado demais. Argumentei que não ia acontecer nada. Que meu amor era ele. Que discordava, enraivecido.

Discutimos feio. E Beto dizia que já estava cansado de pedir para eu dar. Que me amava e nenhuma outra mulher lhe interessava. Que não comíamos na casa dos outros e ninguém tinha nada a ver com nossa vida.

No anseio de acabar a briga, fiz o que fazia quando Beto era criança, prometendo coisas para o natal ou aniversario:

- Tá bom! No dia do seu aniversário, eu dou prá você!

Pronto, o mal estava feito. Me arrependí na hora. <Bem feito, bocuda!> pensei. E só então me dei conta que seu aniversário estava próximo: dia 31 de janeiro!

Observei meu filho dirigindo. Estava alegre, feliz. Sua mão direita fazia carinhos em minha perna. Tive de chamar sua atenção para o transito. Até cantarolava. Meu querido estava de bem comigo. Só isso importava naquele momento.

Meio de janeiro. Eu com as minhas mudanças. De coroa, quadradona, auto-aposentada para o sexo, cada vez mais liberal. Deslumbrada com coisas desconhecidas, excitantes. Já falava besteira com naturalidade.

No começo morria de vergonha. Parecia que todos sabiam do caso. Sentia como se estivesse escrito na testa <incestuosa>. Com o tempo fui acostumando, ficando mais confiante. Até conseguia abraçar Beto e brincar de namorado, diante de pessoas que sabiam que eramos mãe e filho.

31 de janeiro. Data em que Beto completou 22 anos. Não queria que esse dia viesse nunca. Não. Na verdade estava ansiosa esperando esse dia. Tanto quanto ele. Me lembrava todos os dias do <presente prometido>. Como se eu fosse esquecer!

Nesse dia não seria só sexo oral. Intimamente gostava do ensejo. Uma desculpa para me entregar ao meu amor. Estava no limite da relutância. Não aguentava mais. Queria dar para o meu filho! Queria que ele me comesse gostoso, metesse em mim e enchesse minha boceta de porra, como escrevera em alguns e-mail!

E chegou o bendito dia! Acordei com Beto me beijando na testa. Tentou me beijar na boca ,mas, desviei pois não tinha escovado os dentes. <-Feliz aniversário>, disse dando um abraço apertado. Ele com a mão entre minhas coxas, subindo pelas virilhas, buscando a rachinha.

Já queria seu presente. Disse que só à noite eu daria, tentando protelar. Queria acreditar que não fosse acontecer. Ainda que já estivesse tomando pílulas anti-concepcionais há três dias.

Todavia, a tensão sexual daquele dia era diferente. Mesmo no café da manhã, na despedida quando Beto saiu para o trabalho, não era como sempre. Sentia um calorzinho estranho lá embaixo, a umidade contínua.

As horas não passavam. Liguei a TV. Nada me interessou. Tentei ler uma revista. Lia e não entendia o que estava escrito. Olhei várias vezes para o relógio. Finalmente o entardecer. Tomei outro banho. Me deu uma vontade irresistível de manipular o grelinho. Sem pensar em nada gozei. Mas ainda faltava algo.

Vestí uma calcinha minúscula. Ela entrava no meu rego. Aumentava a aflição. Os biquinhos dos peitos endurecidos até doíam. Desistí do soutien. Joguei apenas uma camisola verde garrafa por cima.

Estava meio aérea. Ora uma femea se preparando para o seu macho. Ora a mulher apaixonada esperando seu amante. Expulsava qualquer pensamento de que era uma mãe, prestes a se entregar para o filho! Sentimentos de adolescente antes da primeira transa, no corpo de uma mulher madura. O coração batia descompassado.

A ansiedade me levou frente ao espelho várias vezes. E via refletido uma morena de estatura mediana, cabelos castanhos, lisos que escovei ao menos em duas espiadas. O corpo um tanto cheinho mas de pele branca e lisa. Seios medios. O rosto comum, mas atraente, mesmo sem maquiagem. Resolvi calçar sandálias de salto alto. Deixaram mais longas, as pernas torneadas.

Ao passar o batom vermelho e mover os lábios espalhando a cor, ví meu sorriso no espelho, ao me imaginar como uma puta se preparando para receber o seu cliente predileto. Nada mais me importava. Só Beto, Beto!

Quando Beto voltou, o recebí com um beijo apaixonado. Nos atracamos como dois esfomeados, desvairados de paixão. Assim grudados, fomos nos livrando das roupas em direção ao nosso ninho. Chegamos alí quase nús, ele de cueca e eu só com a calcinha.

Ele quis ir tomar uma ducha. Não deixei. Queria sentir seu cheirinho delicioso. Enquanto lambia seu peito e barriga, abaixei a última peça. Sentí o aroma de semen seco. Ele tinha se masturbado no trabalho. Fiquei feliz ao constatar que ele tinha tocado umazinha, pensando em mim.

Abocanhei seu pau ereto. Deslizava os lábios pela glande. Parava e lambia as bolas do saco. Chupava suavemente. Desta vez sem masturbá-lo. Não queria que gozasse. Não desta vez. Queria seu esperma em outro lugar. Meu filhinho gemia. Aquilo sempre me deixava louca! Sentia a vagina ensopada. O mel já escorria melecando tudo.

Se quiserem condenar alguém, que seja eu. Nunca tinha deixado ele tirar minha calcinha. Mesmo quando ele me chupava, era de calcinha, toda esticada para o lado da virilha. Quantas vezes lutamos, com Beto tentado arrancar essa minha ultima barreira de proteção.

Mas desta vez, fui eu quem rompeu o limite. Abaixei a peça rebolando e deixei cair nos pés, enquando caíamos na cama. Ele deitado de costas, barriga para cima. Eu de cócoras. Fui me abaixando. Meu buraquinho piscava incontroladamente.

A pontinha da vara encostou na entrada. Foi uma sensação indescritível! Tremí, como se tivesse levado um choque! Eu que já tinha renunciado ao sexo, alí estava, prestes a ser penetrada! E pelo meu filho!

Peguei naquele membro apetitoso e abaixei mais. A cabeçona deslizou esticando os lábios inchados da minha xaninha. Rebolei devagar, recebendo dentro de mim, pouco a pouco, o mastro de Beto. Ele pegou meus quadris e forçou para baixo. Tentava enfiar logo, como se ainda não acreditasse, temendo uma fuga.

Eu reagia. Firmava a pelvis, tentando retardar. Queria prolongar aquela ardência da rola dura, grossa, me invadindo, abrindo caminho dentro de mim. Devia ter entrado bastante. Há quanto tempo não sentia isso!

Parecia um sonho: Eu estava dando a bocetinha para o meu filho! Não, era verdade mesmo. Meu filho estava me comendo, eu, a sua mãe! A mulher que tinha colocado o Beto no mundo!

Em êxtase, começei a subir e descer. Que mastro delicioso do meu bebê!

Beto arfava. E socava de baixo para cima. O orgasmo estava vindo. Começei a rebolar com mais vigor. Ia para frente e para trás. Numa subida mais vigorosa, sua estaca saiu, escapou. Desesperada peguei o fujãozinho e rápidamente, coloquei alí de novo.

Acho que gritei pois o gozo foi forte, intenso. Depois da explosão sentei com tudo e fechei as coxas. Queria prender meu amorzinho, alí em mim. Para nunca mais soltar.

Trocamos de posição. Eu por baixo, toda aberta. Meus fluídos vazando, me melando toda. Entrou fácil desta vez. Segurei as pernas, apoiando as em seus ombos, como um franguinho assado. Beto metia com vontade, com vigor. Enlouquecido, gritava coisas obscenas:

-Ai,gostosa! Ai,uh,uh, que buceta gostosa, mãe! Mexe, mexe, tesão, gostosa! Ah, uh, quentinha! Dá essa buceta mãe, dá! Uh,uh, gostosa! Você é minha, gostosa, só minha! Ah, ah, ah, ah, uh ah! Aperta, aperta meu pau! Uh, mãe, você é gostosa, gostosa demais! Ah, ah!

Por incrível que pareça, aquela verborragia pornográfica me excitou mais ainda. Outro orgasmo estava vindo! Enquanto eu tinha um orgasmo atrás do outro, Beto acelerou as estocadas e ejaculou enquanto me beijava sofregamente. Escutava seus ¨uh, uh, uhhh¨ guturais, do fundo da garganta.

Sentí o jato de semen morno na bocetinha. Já tinha me esquecido dessa sensação. Começei a contrair os musculos da xoxota, ¨mastigando¨ aquele pau gostoso, tentando extrair toda porra lá no fundo, para dentro do útero.

Beto relaxou, soltando todo o peso em cima de mim. Enlaçei meu filho, sim, só meu, com as pernas. Apertei prendendo-o, e também com os braços, firmemente.

E assim ficamos parados, exauridos. Eu dizendo: ¨-Te amo, filhinho, te amo! Te amo !¨.

Seu pau já estava meio mole, mas dava para sentí-lo se encolhendo, ainda dentro de mim. Olhei em seus olhos. Já não tinha o olhar esbugalhado de momentos atrás. Talvez fruto de desejo meu, ví neles, muita saciedade e ternura. Desta vez o beijo foi carinhoso, agradecido.

Começei a rascunhar sentada no computador, só de calcinha e um pedaço de papel higiênico como absorvente. O leitinho de Beto ainda escorria da xaninha. Tantas foram as vezes. Minha grutinha ardendo, toda esfolada.

Depois disso, não sei o que vai acontecer, vivendo como dois pombinhos. Eu segurando meu cíumes. Sei que um dia, Beto será de outra. Ele é quem não se controla. Não posso nem olhar para outro homem.

Ultimamente ele anda de olho na minha bunda. Beto, quer comer o meu cuzinho virgem. Começou com insinuações e agora de forma insistente. Sempre tive curiosidade de saber como é, mas tenho medo da dor. Ainda mais porque o pau do meu filho é meio grandinho e grosso. Rsss. Talvez no natal, quem sabe?

Brigamos feio às vezes. Mas somos obrigados a fazer as pazes. Afinal além de namorados, somos mãe e filho. E nos amamos muito!

P.S.- E aconteceu. Publiquei o conto ¨Meu filho meteu atrás e eu gostei¨. Espero que apreciem. Beijos.

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¨Quem te viu, que te vê!¨. Até o ano passado, eu era uma senhora recatada e cheia de pudores. E agora, uma devassa, que deu para o próprio filho. Quem leu o conto ¨Meu filho comeu minha buceta¨, sabe como aconteceu.

Arrependida? Às vezes. Mas muito mais alegre, feliz, me sentindo viva, muito mulher. E sempre com novas descobertas, fantasias e sensações. Talvez libertina demais para alguns.

Beto, meu filhinho, 23 anos, cheio de paixão e desejos, cada dia mais ardente, me enchendo o coração de amor e a bocetinha de porra. Nos meus quarenta e tantos anos, nunca fiquei assim, sempre molhada, no cio.

Desculpe o linguajar, mas aquí, posso narrar à vontade, protegida pelo anonimato. Se por dentro mudei tanto, por fora muito mais. Estou malhando, me arrumo, sempre vestida sensualmente e chamando atenção dos homens.

Só tive dois homens em minha vida. Beto e o pai dele. Muitos podem dizer: ¨Com tantos homens no mundo, logo o filho?¨. Sim, meu filho, a pessoa que eu conheço tanto quanto a mim mesma. Para mim a pessoa mais linda e mais importante no mundo. Que sempre morou comigo, desde que saiu de dentro de mim!

De vez em quando transamos de forma animalesca. Sexo gostoso, feito de muito tesão, entre uma mulher madura e um homem jovem. Mas depois do gozo, aflora o carinho, o amor fraternal que temos um pelo outro.

Há algum tempo, Beto anda querendo fazer anal. Vive me agarrando por trás, encoxando, esfregando o pau em riste, na minha bunda redonda e generosa, alvo dos olhares cobiçosos dos homens.

O pai dele também quis meter alí atras. Eu nunca deixei. Na época, cabeça fechada e preconceituosa, achava coisa de gays ou mulheres da vida. Que não era natural. Sexo se fazia para reprodução e não o prazer.

Desde que começamos nosso caso, dormimos juntos. Certa noite, acordei assustada com a calcinha abaixada e piroca ereta do meu filho, cutucando as maçãs das minhas nádegas, tentando meter no meu cuzinho.

- Para, Beto! Que que é isso?

- Ai, mãe, sua bundona me deixa louco! Deixa eu brincar um pouco, só um pouquinho, deixa… Por favor, mãe…

- Não Beto! Para com isso, vá dormir!

E ele insistindo, estocando minha bunda sem parar. Parecia um cachorro tentando montar numa cadela:

- Por favor, só um pouquinho…Eu já gozo, mãe… Vai mãe, deixa, vá, deixa…Por favor, mãe…Só a cabecinha, mãe, eu juro…Vai, deixa, por favor mãe…

Com pena das súplicas, meio sonolenta e indecisa, concordei:

- Só um pouquinho, hein Beto, bem devagar, só um pouquinho! Disse, enquanto tirava a calcinha.

Mais do que depressa, ele se encaixou e ficou cutucando como podia, tentando meter. Eu imóvel na espera, indo para o sacrifício e não entrava. Quando acertava a estocada, deslizava para fora. Ambos inexperientes naquilo. Na forma de conchinha, sentia na nuca a respiração arfante do meu filho, doido para me enrabar.

Resolví ajudar, passando a mão para trás, pegando o mastro duro. Por um momento hesitei, pois a pica parecia mais grossa que sempre e desproporcional ao buraquinho. Não ia caber lá dentro. Mesmo assim, preparei-me para a invasão, direcionei, sentindo a cabeçorra encostar na entradinha, causando uma sensação estranha.

Beto empurrou e a ponta entrou, fazendo eu ver estrelas! ¨-AAAAIIIIII !!!¨ Foi o berro que dei.

A dor foi tanta que desvencilhei na hora, empurrando o quadril para frente. A picona estourou algumas preguinhas do orifício. Beto me agarrou e tentou enfiar de novo, sem sucesso no botãozinho contraído.

- Para Beto! Chega! Não quero mais! Doeu, viu? Dói demais!

Vestí a calcinha e virei de frente para ele, fingindo dormir. Meu filho foi para o banheiro, com certeza para se masturbar. A dor da experiência tinha me despertado. Sem sono, fiquei a refletir.

O sexo anal deve ter algo de bom, pois, os gays adoram. E nos relatos que lí, várias mulheres dizem que gozam pelo cú, agasalhando cacetões de 23, 25, 28 centímetros! Seria verdade ou só fantasias? E aquelas atrizes pornôs? Qual o truque?

Nem sei quanto mede o pau do meu filho. Deve ser pouco mais comprido que uma lata de cerveja. A cabeça é rombuda e grosso no meio. Para mim, é enorme, bem mais avantajado que o pai dele.

Beto parou de insistir. Nem tocou mais no assunto. Eu é que fiquei preocupada. Se eu não desse o rabo, meu filho iria procurar fora, com uma qualquer. E eu tinha curiosidade de saber como é ser sodomizada.

Foi certo dia, fazendo compras no supermercado. Na seção de verduras, na banca de pepinos. Não sei o que me deu na cabeça, mas peguei um, imaginando ele dentro do meu cuzinho. Enrusbescí, sentindo como se todos soubessem dos meus pensamentos pervertidos.

Tentei achar um bem fino, sem sucesso. Com o coração palpitando, ví as cenouras ao lado. Peguei uma, pequena e fininha. E outra maior, bem comprida. De diametro igual ao pau do meu filho. Pensar na pica de Beto e no que iria fazer, me deixava corada!

Resolví levar aquela maluquice até o fim. Na farmácia ao lado, comprei uma caixa de preservativos lubrificados. A ansiedade só aumentando.

Em casa, peguei a cenourinha fina e encapei com a camisinha. Erguí a saia, abaixei a calcinha e sentada no sofá, deixei a bunda meio de lado, peguei a cenoura e comecei a enfiar no cuzinho. Estava difícil, mas foi entrando. Meu amago fazia pressão contrária, querendo expulsar o invasor.

Mas a sensação…uma sensação desconhecida, sem igual. O vegetal alargando o olhinho do cú virgem, causava um calor estranho, melando lá na frente, na xaninha. Eu estava sentido prazer! Mal começei a bolinar o grelhinho, o orgasmo veio, diferente, estranho, fazendo piscar os dois buraquinhos!

Foi só soltar a mão que a cenourinha pulou para fora! E ficou a sensação de vazio com um pouco de ardência. A impressão de quero mais. Peguei a cenoura maior. ¨Será que isso entra no meu cú?¨ pensei preocupada.

Com a faca esculpi a ponta, arredondando. Encapei com a camisinha até onde deu. Sobrou cenoura. Peguei margarina e lambuzei a ponta. E do mesmo jeito, fui enfiando. A ponta entrou mais facil.

Doeu um pouco ao encontrar resistência, mas foi só menear o quadril e dar uma empurradinha.

A cenourona ia entrando, me alargando, causando arrepios na espinha. Achava que tinha chegado no limite, mas era só empurrar com mais força, o cilindro avançava aumentando a queimação lá no fundo. E quanto mais avançava, mais eu queria! É impossível de descrever o que sentí naquela hora. Só que estava gostoso! É só experimentando mesmo!

Numa dessas reboladas, a cenoura escapou da mão e acabei sentando nela. Sua dureza causou outra dorzinha prazeirosa. Conseguí pegar o talo que estava fora. Não entrou tudo graças ao vale do reguinho, formado pelos dois montes da bunda. Outro orgasmo arrebatador. Desta vez sem siririca. Sim, eu tinha gozado pelo cu!

E novamente, ao ficar meio de lado, aquela sensação incrível, daquele cenourão escorregando para fora, demorando uma eternidade, sendo expulso do rabo, de forma involuntária.

Corrí para o banheiro, joguei a cenoura no lixo. Uma sensação esquisita de frouxidão no anel e de vazio imenso e uma cocegazinha no buraco de trás. Limpei o rego, melado de margarina, fezes líquidas e um pouco de sangue. Defequei. Um ardência saborosa, meio desconfortável, um incomodozinho que me acompanhou pelo resto do dia.

Essa experiência me ensinou várias coisas: que com o cuzinho relaxado, o invasor bem lubrificado, eu controlando, não dói e entra fácil. Que o buraco anal é profundo, mais extenso que na frente. E que se uma cenoura fria e dura já era bom, imagine uma rola de verdade, macia e quente!

Não tinha volta. Eu ia dar o cuzinho para meu filho! Agora era eu quem queria ser enrabada! Se era coisa de puta, de piranha, eu seria vadia! E comprei um tubo de gel lubrificante, o K-MedGel.

Passei a provocar meu filho. Já no café da manhã, com uma camisola de cetim azul dark e sem calcinha. Me abaixava apanhando coisas na parte de baixo da geladeira, expondo a bundona branca, lisinha e que sempre deixou muito marmanjo de pau duro. E dava um jeito de ¨sem querer¨, encostá-la no pau dele. Numa dessas, Beto não resistiu, me encoxou com a piroca em ponto bala. Mas não pediu para comer meu rabo.

E à noite, no banho, desrosqueei o chuveirinho, enfiando a mangueira no cú. A agua morna lavou meu anus, de forma deliciosa.

Como sempre, começamos a transa pelo 69. E quando eu falei ¨- Filho, você quer comer meu cuzinho?¨ , Beto ficou mais aceso, tarado, como nas primeiras vezes. Me beijou com ardor e não acreditando:

- O que? O cu, mãe? O cu?

- É, filho, você quer? Você não queria comer meu cú, filho?

Coloquei a camisinha no pau do Beto. Dei uma apertinha e sentí ele, pulsante, durissimo, mais grosso que a cenoura, ereto, mas bem macio. Peguei o gel e deixei mais lubrificado ainda. Deitei de bruços, com um travesseiro na barriga, colei a cara na cama, empinei o quadril, abrí as nadegas e chamei:

- Vem filho, mete…Ó, bem devagar, hein…Empurra com cuidado, filho…devagarzinho…

Beto se posicionou. A rola não acertou o buraco e escorregou pelo rego. Peguei na pirocona dele e coloquei na entrada do buraquinho. Empinei mais ainda a bunda e…a cabeçona entrou. Beto forçava a penetração, provocando dor nas preguinhas esticadas. Reclamei:

- Ái! Dói! Calma, filho! Devagar!

- Perdão, mãe, quer que eu tire?

- Não filho, só espere um pouco…Vai devagar, calma…Só empurre quando eu mandar!

Respirei fundo, contraí o esfincter e rebolando lentamente, fui pedindo mais, com o melzinho encharcando na frente. A sensação era nova, diferente da cenoura, mais intensa. Desengatei e tirei a camisinha melada. E meu filho me penetrou de novo. Ardeu um pouco, mas a glande deslizou, dilatando o buraquinho, dando um friozinho na barriga.

Se as bombadas de Beto causavam alguma dor, por outro lado, o seu pedaço de carne rija, viva, me empalando, esfolando as paredes do cu, cutucando fundo, causava um tesão incrível!

- Mete, filho, mete! Põe tudo, tudo! Com força, amor! Quero mais, vai filho, come meu cú, come gostoso, mete tudo!

E Beto taradão como nunca, estocava com volúpia. Tão forte que seu ventre pressionava, achatava minha bunda redonda. As bolas do saco batiam na minha buceta. Parecia que ele queria entrar inteiro no meu cú. E se estava doendo, eu já não sentia nada.

A cada saída, aquela sensação gostosa do tarugo escorregando, levando minhas entranhas para fora e a cada enterrada, a ardencia forçando a pressão que lutava para expulsar o intruso, preenchendo por inteiro meu cuzinho estreito e incendiado! Só ouvia a voz de Beto dizendo:

- Ahhf, Ahhf, gostoso, demais, mãe, demais! Ahhf, Ahhf, que cú apertado! Uuuh, Uuuh, mãe, bunda gostosa! Vou gozar! Vou encher esse cú gostoso de porra! Ahhf, mãe, ahhf, uuuuh, gostosa, mãe, gostosa! Uuuuuh! Uuuuuh!

E o meu orgasmo veio. Intenso e arrebatador. Provocando inumeros espasmos. Um orgasmo igual ao primeiro da minha vida. Diferente, com tudo piscando de forma incontrolável. Gozei dando o cuzinho para meu filho! ¨-Aaaaaahhhh¨. Só percebia meus gritos sufocados, mais pelo barulho do ar passando pela garganta.

E Beto gozou, soltando um, dois, três jatos potentes de leitinho quente. Deu para sentir, meu filho estremecendo com a vara pulsando, enterrada até o talo, ejaculando sem parar. E eu piscando a arruelinha machucada, ¨ordenhando¨ a rola.

Enfraquecida, tive outro orgasmo, meio xoxo, enquanto o pau delicioso desinchava e saia, em toda sua extensão, deixando um buracão arrombado, minando porra, escorrendo sem parar e manchando o lençol. Um alivio e depois a dor, mais de saudade, acompanhada de um formigamento esquisito, um leve latejar no fundo do cu.

Ser sodomizada, me fez sentír uma mulher completa, agora sim, capaz de proporcionar todos os prazeres do sexo ao meu parceiro.

Depois dessa noite, viciei no anal. Compramos um vibrador, ou melhor, dois consolos com vibro, fazendo DP que me proporcionam orgasmos fantásticos! Meu filho vive comendo meu cuzinho e eu adoro dar para ele.

Tenho fantasias de ter duas picas de verdade, de carne quente e macia dentro de mim. Mas Beto é contra e não quer nem saber. Agora é minha vez de insistir e forçar a barra. Vingança de mãe…

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